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6 mulheres que mudaram a história da literatura

6 mulheres que mudaram a história da literatura

“Elas inauguram linhagens, fundam reinos e são fantásticas com a caneta na mão.” Para relembrar que representatividade importa, selecionamos seis mulheres que mudaram a história da literatura e nos inspiram a cada dia com sua força feminina.

1. Agatha Christie

 

Agatha Christie
A rainha do crime é uma das maiores escritoras de romances policiais, com mais de 90 livros publicados e traduzidos ao redor do mundo. A autora do livro “Assassinato no Expresso do Oriente” popularizou a literatura detetivesca criando ambientações e elementos que são comumente usados em toda ficção policial até hoje, desde filmes e séries até jogos e quadrinhos.
Os devoradores de livros sabem bem. Por falar em devoradores, conheça a camiseta literária “a literatura alimenta

 

2. Jane Austen

 

Jane Austen
Diálogos cheios de ironia, reflexão sobre valores, ambição. A autora de “Orgulho e Preconceito” criou a comédia de costumes. Seus personagens nobres retratavam a sociedade da época, tão cheia de hábitos e intrigas. Alguns críticos consideram a autora a primeira romancista moderna da literatura inglesa. Acreditamos que os livros são os tijolos que pavimentam o caminho para uma sociedade melhor, mais justa e equilibrada, por isso criamos a camiseta “Só A Literatura Salva”. Jane Austen ficaria orgulhosa! ˆˆ

 

3. J. K. Rowling

 

J. K. Rowling
A autora de “Harry Potter” revolucionou o mundo da fantasia, criando cenários fantásticos, personagens que exploravam magia e oxigenando a relação dos valores de amizade, fazendo com que uma gigantesca leva de fãs atravessassem décadas acompanhando suas aventuras literárias. As obras da autora fortaleceram toda uma gama de autores de literatura fantástica, fazendo com que o gênero saísse do submundo: de uma literatura menor para uma franquia de sucesso. Conheça nossos produtos literários do bruxinho aqui.

 

4. Simone de Beauvoir

 

Simone de Beauvoir
Feminista, símbolo do existencialismo, Simone revolucionou a literatura ao analisar a presença e o papel da mulher na sociedade. A autora de “O segundo sexo” foi polêmica para os padrões da época por produzir conteúdos altamente libertários e eróticos. Veja todos os produtos literárias da autora em nosso site.

 

5. Rachel de Queiroz

 

Rachel de Queiroz
Primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, Rachel de Queiroz revolucionou a literatura brasileira ao trazer temas sociais como a luta do povo nordestino para uma ótica literária dramática. A autora de “O quinze” e “Memorial de Maria Moura” foi pioneira na arte de dar voz à literatura regionalista do sertanejo e foi uma escritora de vanguarda dentro do movimento modernista brasileiro. Por falar em modernismo, confira o que temos sobre eles em >> http://www.poemese.com/movimentos-literarios/modernismo <<

 

6. Virginia Woolf

 

Virginia Woolf
A autora de “Mrs. Dalloway” é considerada uma das maiores romancistas inglesas do século XX e pode ser vestida na Poeme-se >> http://www.poemese.com/virginia-woolf << Em suas obras, o fluxo de consciência dos personagens – técnica literária amplamente difundida por suas narrativas – é trabalhado dentro de narrativas rotineiras, transformando o banal em poético.

 


Conhece alguma autora que esteja quebrando padrões na atualidade? Adoraríamos conhecê-la! Conta para gente nos comentários.


Hanny Saraiva

As 5 mortes mais doidas da literatura

As 5 mortes mais doidas da literatura

A morte é sempre um fator que faz com que nós, leitores, fiquemos com o coração doído, mas alguns autores têm o poder de ir além de nos esmigalhar. Eles nos chocam, nos deixam com aquele sentimento de “preciso virar a página, mas não quero”. Stephen King já dizia “o que eu faço é rachar o espelho”. Para você, que gosta de janelas quebradas, caos, invasão do extraordinário e como lidar com isso, separamos as 5 mortes mais doidas da ficção. Cuidado, tem spoiler!

1. Vestuário mortal

Em “Grandes esperanças”, de Charles Dickens, temos a sra. Havisham com seu vestido puído de noiva, mancando com apenas um pé de sapato e guardando tudo relacionado ao dia em que foi deixada no altar, até mesmo seu intocável e podre bolo de casamento. Desiludida, ela cria sua filha adotiva Estella para também não se importar com homens e ser fria. Entra na história o pobre Pip, que acaba sendo vítima e se apaixonando por Estella. No fim do livro, Miss Havisham se arrepende e perde perdão a Pip. Quando ele sai do recinto, ela fica parada perto da lareira e seu vestido pega fogo. Apenas uma má posição e parece que o jogo virou, não é mesmo? Pode parecer simples, mas a situação dentro do livro é chocante.

2.  Sorvete envenenado

Em “Como me tornei freira”, de Cesar Aira, uma história simples: uma família se muda para uma cidade maior e o pai promete ao filho sair para tomar um sorvete. O filho escolhe o sorvete de morango e não gosta do sabor. O pai briga com ele e insiste para que lamba tudo. O gosto era estranho por uma única razão: estava envenenado. O pai então mata o vendedor de sorvete enquanto o filho se recupera do envenenamento por cianeto no hospital. A máxima “Nunca confie em estranhos” é válida aqui. Nunca sirva sorvete envenenado, você pode ser espancado até a morte.

3. Para o infinito e além

Encontramos muitas mortes bizarras em “Cem anos de Solidão”, de Gabriel García Marquez, mas a mais especial é a de Remedios, a bela que literalmente levava os homens à loucura. Um dia, a personagem simplesmente flutua de sua cama, dá adeus à sua família e vai em direção a uma luz, se perdendo para sempre na atmosfera. Você pode achar que é um episódio de Arquivo X, mas não. A narrativa de Gabriel é cheia de bagulhos sinistros.

4. Lei do retorno

Em “Deuses americanos”, de Neil Gaiman, temos em destaque a morte de uma deusa, que é perseguida e atropelada pela limusine de outro personagem conhecido como “garoto gordo” (na série é chamado de Technical Boy) até ela se tornar pequena e líquida e ser lavada e levada pela chuva. Todos os deuses que morreram nesse livro mataram alguém anteriormente na trama. Seria karma?

5. Tédio infantil x inferno da babá

“Quando os Adams saíram de férias”, de Mendal W. Johnson conta a história de Barbara, uma babá de 19 anos que foi contratada para tomar conta de duas de cinco crianças/adolescentes de uma família. Até aí super tranquilo, né? Mas os irmãos são a encarnação do mal, psicopatas em potencial que criam um jogo para maltratar e torturar a babá. É uma leitura para chocar e precisa de um pouco de estômago forte porque o processo todo até à morte é agonizante.


Qual a morte mais doida que você já leu na literatura? Alguma te trouxe terror? Conta para gente nos comentários!


Hanny Saraiva

7 previsões de Aldous Huxley ou por que você deveria estar com medo agora mesmo

7 previsões de Aldous Huxley ou por que você deveria estar com medo agora mesmo

Aldous Huxley foi um dos grandes pensadores do século XX e como bom escritor de ficção científica, um observador das peculiaridades humanas. Seus palpites são uma realidade atual e sempre nos deixam com aquela sensação “Winter is here”. Separamos 7 previsões que já estão entre nós e perguntamos: dá ou não dá medo?

1. Reprodução humana

Em “Admirável mundo novo”, o autor nos apresenta a um mundo onde os bebês são criados artificialmente em laboratório. Apesar de o primeiro bebê de proveta ter sido criado 40 anos depois da criação dessa obra e precisar de um útero humano, hoje temos experimentos no Japão, por exemplo, onde fetos de cabra estão se desenvolvendo até 3 semanas fora do útero da mãe.

2. Relacionamentos líquidos

Huxley pincela no livro “Contraponto”, o que hoje conhecemos como amor líquido: a fragmentação das relações. Temos diversas histórias sobre relacionamentos que buscam o amor, mas que possuem dificuldade em se comunicar, solitários em vidas movimentadas. Em tempos de Tinder, o livro é um recorte de afetos.

3. Manipulação genética

Essa é a parte mais assustadora. Em “Admirável mundo novo”, podemos escolher as características dos bebês e como queremos a seleção dos seres humanos. Não há espaço para defeitos e sim padrões. Hoje em dia, a ética na comunidade científica está sendo altamente discutida desde que chineses conseguiram criar embriões geneticamente modificados. Parece um episódio de Black Mirror, mas tio Huxley já tinha falado sobre isso.

4. Treinamento comportamental

Ainda em “Admirável mundo novo”, os personagens passam por treinamentos com objetivo de moldar seus comportamentos. Base da programação neurolinguística e muito usado por departamentos de marketing e vendas, esse método é capaz de mudar comportamentos através de modelos mentais. Para Huxley, isso nos levaria à alienação. Em tempos de Facebook, o que você diria que é essa vontade que tem em clicar no anúncio daquele produto que tem tudo a ver com você nessa rede social?

5. Cinema 4DX

Os personagens de “Admirável mundo novo” se divertem assistindo ao “cinema sensível”, onde podem ter sensações em experiências interativas. O que é isso senão o cinema 4D? Uau, né?

6. Táxis aéreos

Você pode se locomover por helicóptero via Uber em São Paulo, certo? Os personagens de “Admirável mundo novo” já faziam isso no dia a dia de suas vidas. O curioso é que os helicópteros só foram produzidos em larga escala uma década depois da feitura do livro. =O

7. Fanatismo religioso

Huxley temia que a abundância de informações que recebêssemos nos levasse à passividade e egoísmo. Em tempos de intolerância, sua obra “Os demônios de Loudun” nos mostra como a relação do homem com o fanatismo religioso pode desencadear a histeria. Uma reflexão que soa familiar?

Esse cenário parece atual para você? Conhece algo mais que Huxley previu e que te deixou assustado? Conta para gente nos comentários! =D


Hanny Saraiva

5 livros que você deveria ler antes do Halloween

5 livros que você deveria ler antes do Halloween

 

O frio na barriga, os pelos arrepiados, aquela sensação de que alguma coisa observa e espreita. Quem nunca jurou ter sentido um espírito por perto ou algo inexplicável? Guardamos para você, 5 dicas de livros de terror que você deveria ler antes do Halloween, porque no dia 31, você sabe, as bruxas andam soltas por aí e nada melhor do que se preparar, né? Vai que…

1. Cujo – Stephen King

Cujo
“Uma invasão do extraordinário na vida das pessoas e como lidamos com isso.” A frase que Stephen King usa na entrevista no final deste livro resume muito bem o porquê de apreciar sua escrita. Em Cujo, temos de uma só vez essa pitada redonda que nos deixa com a pulga atrás da orelha: esse animal é só um animal com raiva ou é algo mais? Não importa, o que importa é como isso afeta as pessoas. Este é um livro angustiante, que assombra com seu terror psicológico: o que tanto assombra a criança e que os pais no fim parecem sentir? O que é o inexplicável? O que tanto te assusta? Todo apreciador de King deveria ter um exemplar.
Você conseguiria deitar a cabeça e descansar enquanto Cujo está solto por aí?

2. A menina que não sabia ler – John Harding

A menina que não sabia ler
Este livro vai muito além do título. Abri a obra em busca de um mundo literário meio poético e me deparei com um universo de mistério, sobrenatural, ouso dizer que em algumas partes até me relembrou o filme “Os outros”. Perturbador, perfeito para quem curte terror psicológico. Muitos afirmam que a escolha do título “A menina que não sabia ler” faz sentido porque reflete que ela é capaz de tudo. Achei forçado no sentido de que vende um produto que não é. Você sente medo ao ver essa capa? Eu nunca sentiria. Diferente do que realmente a trama se propõe, um misto de referência a Poe e “A volta do parafuso”, de Henry James. Sim, a atmosfera de James está nessa obra e a loucura de Poe também. Não sabemos se o que a personagem principal, Florence, vivencia é real ou fruto de sua imaginação, embarcamos em um mundo onde tudo é possível, porque é visto pelos olhos de uma menina de 12 anos, enclausurada, sem contato externo, com livros como companheiros de vida. Sua interpretação de mundo muitas vezes é chocante, sem limites. Fiquei um pouco agoniada/porfavornãofaçaisso com o fim dos acontecimentos, mas agora acho que aceito o que o autor propôs. Aqui temos a seguinte premissa: quem é vilão? O que é um vilão?
Você conseguiria deitar a cabeça e descansar enquanto Cujo está solto por aí?

3. Fantasmas do século XX – Joe Hill

Fantasmas do século XX

Esse compilado de contos é um exemplo de maestria da arte de nos deixar com a boca aberta. Dá vontade de ler os contos em voz alta, como se ficção estivesse logo ali, a nos espionar pela fresta da porta, sussurrando: “Ei, essa é a vida. Cuidado.” Depois de ler esse livro fiquei com muita vontade de montar um clube do livro só com coisa sobrenatural, porque sobrenatural não quer dizer apenas terror, mas tudo que nos leva a um estado encantado. Sim, o livro é encantado, pura magia.

Recomendo uma xícara de chá para acalmar e não perder o fôlego.

4. O vilarejo – Raphael Montes

O vilarejo
A leitura de O vilarejo é ótima pra quem curte narrativas curtas. O livro de contos lembra causos contados por algum amigo e é bem interessante ver como as histórias se entrelaçam. Sinto falta de livros como esse que você pode ler no ponto de ônibus, no engarrafamento, a espera de um compromisso. Ótimo exercício para quem quer ser conciso e quer se divertir rapidamente.

5. A menina submersa –  Caitlín R. Kiernan

A menina submersa
India Morgan Phelps (a narradora e personagem principal) possui esquizofrenia desorganizada e junto a isso somos bombardeados por uma narrativa não linear, pensamentos que prezam pela sonoridade, um mar de referências a quadros, livros, músicas, lesbianismo, transexualidade. É também uma estória sobre corvos, fantasmas, mentiras, memórias. Em algumas partes me lembrava a atmosfera de “Big Fish”, do Tim Burton. O que é real? O que é imaginário? O que encontramos em A Menina Submersa são essas camadas de pele, traduzidas por palavras que tentam alcançar a inquietação e o obscuro de nossas mentes. Essas palavras querem ser lembradas, por mais que tendemos a esquecê-las.
A sinopse do livro diz que “é uma história de fantasmas habitada por sereias e licantropos. Mas antes de tudo uma grande história de amor construída como um quebra-cabeça pós-moderno, uma viagem através do labirinto de uma crescente doença mental.” Sinopses nunca definem o que sentimos quando lemos um livro, nem nos explicam por que alguns livros nos cativam e outros não. O que posso dizer sobre “A Menina Submersa” é que ele parece ser uma tentativa de se aproximar do que é frágil, do que nos quebra, do que nos define como seres únicos. O romance é considerado uma “obra-prima do terror” da nova geração por causa de seus elementos de realismo mágico e foi indicado a mais de cinco prêmios de literatura fantástica, além de ser o vencedor do Bram Stoker Awards 2013. É o livro perfeito para aqueles que acreditam que a literatura alimenta.

Você tem alguma outra dica de livro que não entrou aqui? Conta para gente nos comentários!


Hanny Saraiva

 

4 motivos para sempre voltar a ler Harry Potter

4 motivos para sempre voltar a ler Harry Potter

Você acha que pode me comprar com livro? Saiba que amo HARRY POTTER.

Dois novos livros da saga serão lançados dia 20 de outubro, de acordo com a Entertainment Weekly, coincidindo com a abertura de uma exposição sobre o bruxo no British Museum (Londres). “Uma história da magia” – mostrará assuntos estudados em Hogwarts, enquanto “Harry Potter – uma viagem através da história da magia” irá abordar temas místicos, incluindo alquimia, feitiçaria antiga e criaturas mágicas.
Com aquela ansiedade debaixo da manga (mas quando chegará no Brasil?) e respondendo perguntas do tipo: “Mas você vai comprar esse livro também? O que tem de tão importante em Harry Potter?”, ressaltamos 4 motivos para sempre voltar a ler Harry Potter.

1. É uma história sobre amizade e amor

Sabe aquela história de se tornar uma pessoa melhor depois de ler alguns livros? Sim, Harry Potter tem esse efeito. Além de ter sido uma saga que incentivou a leitura mundial e cresceu junto com crianças e jovens de uma geração, Harry Potter dava lições sobre a importância da amizade e da família e, acima de tudo, da importância do amor. Companheirismo, obstáculos e sobrevivência são ingredientes básicos para estreitar as relações dos personagens e nos fazer pensar sobre o valor da amizade em nossas vidas.

 

 

2.     É uma história sobre crescer

As indagações que acontecem no universo de Hogwarts faz parte da vida de qualquer leitor, impossível não rolar uma identificação. Crescemos tendo que lutar contra o mal que está na sociedade, relembrando nossas crenças no meio de valores deturpados e com decisões que não foram tomadas por nós. Lidar com as diferenças, ter empatia, saber escolher, Harry Potter cresce conforme crescemos. Todos os percalços vividos pelos personagens, dúvidas e descobertas também são nossas, porque como qualquer ser humano, mudamos conforme os dias passam. E isso é tão doloroso quando prazeroso.

 

 

3. É uma história sobre perdas

Como lidar com perdas? Alguém te ensina isso na escola? Harry Potter é um órfão e ele já começa o livro com a falta de seus pais, o que vemos ao longo de toda a saga são provas e testes concretos sobre como agimos e reagimos quando perdemos alguém. Isso nunca sairá de moda, certo? Ninguém está 100% preparado para a morte, né? Ao longo da trama dos livros, perdemos diversos personagens, como na vida, e o que Harry Potter nos ensina é seguir em frente, “Afinal, aquilo que amamos sempre será parte de nós.”

 

4. É uma história sobre magia

Quem nunca se sentiu diferente e pediu aos céus para que pudesse ser capaz de viver em um mundo paralelo, encontrar criaturas fantásticas, aprender mais e viver aventuras? Harry Potter nos leva a esse mundo, onde a magia também anda ao lado do medo, nos mostrando como superar o que nos assusta e confiar no que acreditamos, a magia que encanta e assombra.

 

 


Por que você leria Harry Potter novamente? Ou nunca leu?


Hanny Saraiva

Caça palavras: você é tão livro!

Caça palavras: você é tão livro!

“Você é tão livro!” Quem nunca quis ser chamado assim? Se você pudesse ser um livro, qual seria? Encontre 3 títulos dentre os 20 melhores livros de todos os tempos e eles revelarão sua personalidade!

O que as misteriosas palavras ocultas dirão sobre você?


Curtiu seu resultado? Compartilhe com seus amigos para que eles possam se sentir tão livro quanto você. Conta para gente quais títulos achou que te diremos quem tu és.


Veja quem você é aqui!

 

Hanny Saraiva

Resultado caça palavras

Resultado:

 

Cem anos de solidão

Mais que uma mente fantástica, você acredita que pode levitar e espera o dia que isso aconteça! O mundo é mágico para ti.

Noite na taverna

Uma boa história, uma boa bebida e algumas pessoas reunidas. É tudo que você precisa para se sentir feliz.

A hora da estela

Instigante, você leva tudo até às últimas consequências e brilha por isso!

A divina comédia

Há dentro de você o Céu e o Inferno. Você segue à risca a citação da obra de Dante “Quanto mais perfeito é algo, mais dor e prazer sentimos.”

O livro do desassossego

Sua alma de poeta sempre andou por aí te levando a extremos. Se o seu coração pudesse pensar, pararia.

Ensaio sobre a cegueira

Você tem um olhar aguçado e repara em coisas que ninguém vê. Precisamos de mais pessoas assim no mundo.

O segundo sexo

Você tem uma alma feminina e guerreira. Muitas mulheres te admiram pelo seu potencial de enxergar além dos rótulos.

O hobbit

A amizade acima de tudo. Você é fã de aventuras em boas companhias e cruza montanhas por experiências únicas com os amigos.

O mundo de Sofia

Sempre quis conhecer profundamente o que move o mundo. Você é fã da máxima “O verdadeiro conhecimento leva a agir corretamente”.

O pequeno príncipe

Você se lembra como foi ser criança e traz para o dia-a-dia toda a leveza de ser inocente. Se magoa fácil, se alegra rapidamente, vê bem com o coração.

Dublinenses

Você é como uma pequena nuvem no campo que passa, prefere experiências únicas e curtas. Sua vida é um grande lirismo.

Dom Quixote

Você é um obcecado por histórias e adoraria viver aventuras cheias de fantasia. Já pensou em fazer um curso de contação de histórias?

Dom Casmurro

Uma alma clássica que sabe se virar em meio a crises. Todavia, acredita que seja mais fácil as certezas dúbias do que a análise fria dos fatos.

Vidas secas

Uma alma ambulante que se desloca de tempos em tempos. Para você, a aridez do ambiente te molda.

Guerra e paz

“Que é que é mau? Que é que é bom? Viver para quê? O que é a vida? O que é a morte? Que força desconhecida é essa que dirige tudo?”  Você questiona tudo e se sente livre assim.

O processo

Você é uma metamorfose. Odeia rotinas que não te fazem crescer. É capaz de explodir se não se sentir evoluindo.

Orgulho e preconceito

Você vive lutando contra si, se sentindo sempre perdida, mas basta abrir um livro que tudo te encanta.

Hamlet

Com a violência que está no mundo, você se sente mais seguro com fantasmas do que com os vivos.

O lobo da estepe

Você é no fundo um explorador, um outsider. Mesmo que tudo te leve ao contrário.

Som e fúria

Você odeia a linearidade e é fã do jogo de palavras, preferindo o simbólico ao concreto. Adora conversar com você mesmo. Cuidado na rua, nem todo mundo entende fluxo de consciência.