Posts in "Hanny Saraiva"

6 mulheres que mudaram a história da literatura

6 mulheres que mudaram a história da literatura

“Elas inauguram linhagens, fundam reinos e são fantásticas com a caneta na mão.” Para relembrar que representatividade importa, selecionamos seis mulheres que mudaram a história da literatura e nos inspiram a cada dia com sua força feminina.

1. Agatha Christie

 

Agatha Christie
A rainha do crime é uma das maiores escritoras de romances policiais, com mais de 90 livros publicados e traduzidos ao redor do mundo. A autora do livro “Assassinato no Expresso do Oriente” popularizou a literatura detetivesca criando ambientações e elementos que são comumente usados em toda ficção policial até hoje, desde filmes e séries até jogos e quadrinhos.
Os devoradores de livros sabem bem. Por falar em devoradores, conheça a camiseta literária “a literatura alimenta

 

2. Jane Austen

 

Jane Austen
Diálogos cheios de ironia, reflexão sobre valores, ambição. A autora de “Orgulho e Preconceito” criou a comédia de costumes. Seus personagens nobres retratavam a sociedade da época, tão cheia de hábitos e intrigas. Alguns críticos consideram a autora a primeira romancista moderna da literatura inglesa. Acreditamos que os livros são os tijolos que pavimentam o caminho para uma sociedade melhor, mais justa e equilibrada, por isso criamos a camiseta “Só A Literatura Salva”. Jane Austen ficaria orgulhosa! ˆˆ

 

3. J. K. Rowling

 

J. K. Rowling
A autora de “Harry Potter” revolucionou o mundo da fantasia, criando cenários fantásticos, personagens que exploravam magia e oxigenando a relação dos valores de amizade, fazendo com que uma gigantesca leva de fãs atravessassem décadas acompanhando suas aventuras literárias. As obras da autora fortaleceram toda uma gama de autores de literatura fantástica, fazendo com que o gênero saísse do submundo: de uma literatura menor para uma franquia de sucesso. Conheça nossos produtos literários do bruxinho aqui.

 

4. Simone de Beauvoir

 

Simone de Beauvoir
Feminista, símbolo do existencialismo, Simone revolucionou a literatura ao analisar a presença e o papel da mulher na sociedade. A autora de “O segundo sexo” foi polêmica para os padrões da época por produzir conteúdos altamente libertários e eróticos. Veja todos os produtos literárias da autora em nosso site.

 

5. Rachel de Queiroz

 

Rachel de Queiroz
Primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, Rachel de Queiroz revolucionou a literatura brasileira ao trazer temas sociais como a luta do povo nordestino para uma ótica literária dramática. A autora de “O quinze” e “Memorial de Maria Moura” foi pioneira na arte de dar voz à literatura regionalista do sertanejo e foi uma escritora de vanguarda dentro do movimento modernista brasileiro. Por falar em modernismo, confira o que temos sobre eles em >> http://www.poemese.com/movimentos-literarios/modernismo <<

 

6. Virginia Woolf

 

Virginia Woolf
A autora de “Mrs. Dalloway” é considerada uma das maiores romancistas inglesas do século XX e pode ser vestida na Poeme-se >> http://www.poemese.com/virginia-woolf << Em suas obras, o fluxo de consciência dos personagens – técnica literária amplamente difundida por suas narrativas – é trabalhado dentro de narrativas rotineiras, transformando o banal em poético.

 


Conhece alguma autora que esteja quebrando padrões na atualidade? Adoraríamos conhecê-la! Conta para gente nos comentários.


Hanny Saraiva

As 5 mortes mais doidas da literatura

As 5 mortes mais doidas da literatura

A morte é sempre um fator que faz com que nós, leitores, fiquemos com o coração doído, mas alguns autores têm o poder de ir além de nos esmigalhar. Eles nos chocam, nos deixam com aquele sentimento de “preciso virar a página, mas não quero”. Stephen King já dizia “o que eu faço é rachar o espelho”. Para você, que gosta de janelas quebradas, caos, invasão do extraordinário e como lidar com isso, separamos as 5 mortes mais doidas da ficção. Cuidado, tem spoiler!

1. Vestuário mortal

Em “Grandes esperanças”, de Charles Dickens, temos a sra. Havisham com seu vestido puído de noiva, mancando com apenas um pé de sapato e guardando tudo relacionado ao dia em que foi deixada no altar, até mesmo seu intocável e podre bolo de casamento. Desiludida, ela cria sua filha adotiva Estella para também não se importar com homens e ser fria. Entra na história o pobre Pip, que acaba sendo vítima e se apaixonando por Estella. No fim do livro, Miss Havisham se arrepende e perde perdão a Pip. Quando ele sai do recinto, ela fica parada perto da lareira e seu vestido pega fogo. Apenas uma má posição e parece que o jogo virou, não é mesmo? Pode parecer simples, mas a situação dentro do livro é chocante.

2.  Sorvete envenenado

Em “Como me tornei freira”, de Cesar Aira, uma história simples: uma família se muda para uma cidade maior e o pai promete ao filho sair para tomar um sorvete. O filho escolhe o sorvete de morango e não gosta do sabor. O pai briga com ele e insiste para que lamba tudo. O gosto era estranho por uma única razão: estava envenenado. O pai então mata o vendedor de sorvete enquanto o filho se recupera do envenenamento por cianeto no hospital. A máxima “Nunca confie em estranhos” é válida aqui. Nunca sirva sorvete envenenado, você pode ser espancado até a morte.

3. Para o infinito e além

Encontramos muitas mortes bizarras em “Cem anos de Solidão”, de Gabriel García Marquez, mas a mais especial é a de Remedios, a bela que literalmente levava os homens à loucura. Um dia, a personagem simplesmente flutua de sua cama, dá adeus à sua família e vai em direção a uma luz, se perdendo para sempre na atmosfera. Você pode achar que é um episódio de Arquivo X, mas não. A narrativa de Gabriel é cheia de bagulhos sinistros.

4. Lei do retorno

Em “Deuses americanos”, de Neil Gaiman, temos em destaque a morte de uma deusa, que é perseguida e atropelada pela limusine de outro personagem conhecido como “garoto gordo” (na série é chamado de Technical Boy) até ela se tornar pequena e líquida e ser lavada e levada pela chuva. Todos os deuses que morreram nesse livro mataram alguém anteriormente na trama. Seria karma?

5. Tédio infantil x inferno da babá

“Quando os Adams saíram de férias”, de Mendal W. Johnson conta a história de Barbara, uma babá de 19 anos que foi contratada para tomar conta de duas de cinco crianças/adolescentes de uma família. Até aí super tranquilo, né? Mas os irmãos são a encarnação do mal, psicopatas em potencial que criam um jogo para maltratar e torturar a babá. É uma leitura para chocar e precisa de um pouco de estômago forte porque o processo todo até à morte é agonizante.


Qual a morte mais doida que você já leu na literatura? Alguma te trouxe terror? Conta para gente nos comentários!


Hanny Saraiva

7 previsões de Aldous Huxley ou por que você deveria estar com medo agora mesmo

7 previsões de Aldous Huxley ou por que você deveria estar com medo agora mesmo

Aldous Huxley foi um dos grandes pensadores do século XX e como bom escritor de ficção científica, um observador das peculiaridades humanas. Seus palpites são uma realidade atual e sempre nos deixam com aquela sensação “Winter is here”. Separamos 7 previsões que já estão entre nós e perguntamos: dá ou não dá medo?

1. Reprodução humana

Em “Admirável mundo novo”, o autor nos apresenta a um mundo onde os bebês são criados artificialmente em laboratório. Apesar de o primeiro bebê de proveta ter sido criado 40 anos depois da criação dessa obra e precisar de um útero humano, hoje temos experimentos no Japão, por exemplo, onde fetos de cabra estão se desenvolvendo até 3 semanas fora do útero da mãe.

2. Relacionamentos líquidos

Huxley pincela no livro “Contraponto”, o que hoje conhecemos como amor líquido: a fragmentação das relações. Temos diversas histórias sobre relacionamentos que buscam o amor, mas que possuem dificuldade em se comunicar, solitários em vidas movimentadas. Em tempos de Tinder, o livro é um recorte de afetos.

3. Manipulação genética

Essa é a parte mais assustadora. Em “Admirável mundo novo”, podemos escolher as características dos bebês e como queremos a seleção dos seres humanos. Não há espaço para defeitos e sim padrões. Hoje em dia, a ética na comunidade científica está sendo altamente discutida desde que chineses conseguiram criar embriões geneticamente modificados. Parece um episódio de Black Mirror, mas tio Huxley já tinha falado sobre isso.

4. Treinamento comportamental

Ainda em “Admirável mundo novo”, os personagens passam por treinamentos com objetivo de moldar seus comportamentos. Base da programação neurolinguística e muito usado por departamentos de marketing e vendas, esse método é capaz de mudar comportamentos através de modelos mentais. Para Huxley, isso nos levaria à alienação. Em tempos de Facebook, o que você diria que é essa vontade que tem em clicar no anúncio daquele produto que tem tudo a ver com você nessa rede social?

5. Cinema 4DX

Os personagens de “Admirável mundo novo” se divertem assistindo ao “cinema sensível”, onde podem ter sensações em experiências interativas. O que é isso senão o cinema 4D? Uau, né?

6. Táxis aéreos

Você pode se locomover por helicóptero via Uber em São Paulo, certo? Os personagens de “Admirável mundo novo” já faziam isso no dia a dia de suas vidas. O curioso é que os helicópteros só foram produzidos em larga escala uma década depois da feitura do livro. =O

7. Fanatismo religioso

Huxley temia que a abundância de informações que recebêssemos nos levasse à passividade e egoísmo. Em tempos de intolerância, sua obra “Os demônios de Loudun” nos mostra como a relação do homem com o fanatismo religioso pode desencadear a histeria. Uma reflexão que soa familiar?

Esse cenário parece atual para você? Conhece algo mais que Huxley previu e que te deixou assustado? Conta para gente nos comentários! =D


Hanny Saraiva

5 livros que você deveria ler antes do Halloween

5 livros que você deveria ler antes do Halloween

 

O frio na barriga, os pelos arrepiados, aquela sensação de que alguma coisa observa e espreita. Quem nunca jurou ter sentido um espírito por perto ou algo inexplicável? Guardamos para você, 5 dicas de livros de terror que você deveria ler antes do Halloween, porque no dia 31, você sabe, as bruxas andam soltas por aí e nada melhor do que se preparar, né? Vai que…

1. Cujo – Stephen King

Cujo
“Uma invasão do extraordinário na vida das pessoas e como lidamos com isso.” A frase que Stephen King usa na entrevista no final deste livro resume muito bem o porquê de apreciar sua escrita. Em Cujo, temos de uma só vez essa pitada redonda que nos deixa com a pulga atrás da orelha: esse animal é só um animal com raiva ou é algo mais? Não importa, o que importa é como isso afeta as pessoas. Este é um livro angustiante, que assombra com seu terror psicológico: o que tanto assombra a criança e que os pais no fim parecem sentir? O que é o inexplicável? O que tanto te assusta? Todo apreciador de King deveria ter um exemplar.
Você conseguiria deitar a cabeça e descansar enquanto Cujo está solto por aí?

2. A menina que não sabia ler – John Harding

A menina que não sabia ler
Este livro vai muito além do título. Abri a obra em busca de um mundo literário meio poético e me deparei com um universo de mistério, sobrenatural, ouso dizer que em algumas partes até me relembrou o filme “Os outros”. Perturbador, perfeito para quem curte terror psicológico. Muitos afirmam que a escolha do título “A menina que não sabia ler” faz sentido porque reflete que ela é capaz de tudo. Achei forçado no sentido de que vende um produto que não é. Você sente medo ao ver essa capa? Eu nunca sentiria. Diferente do que realmente a trama se propõe, um misto de referência a Poe e “A volta do parafuso”, de Henry James. Sim, a atmosfera de James está nessa obra e a loucura de Poe também. Não sabemos se o que a personagem principal, Florence, vivencia é real ou fruto de sua imaginação, embarcamos em um mundo onde tudo é possível, porque é visto pelos olhos de uma menina de 12 anos, enclausurada, sem contato externo, com livros como companheiros de vida. Sua interpretação de mundo muitas vezes é chocante, sem limites. Fiquei um pouco agoniada/porfavornãofaçaisso com o fim dos acontecimentos, mas agora acho que aceito o que o autor propôs. Aqui temos a seguinte premissa: quem é vilão? O que é um vilão?
Você conseguiria deitar a cabeça e descansar enquanto Cujo está solto por aí?

3. Fantasmas do século XX – Joe Hill

Fantasmas do século XX

Esse compilado de contos é um exemplo de maestria da arte de nos deixar com a boca aberta. Dá vontade de ler os contos em voz alta, como se ficção estivesse logo ali, a nos espionar pela fresta da porta, sussurrando: “Ei, essa é a vida. Cuidado.” Depois de ler esse livro fiquei com muita vontade de montar um clube do livro só com coisa sobrenatural, porque sobrenatural não quer dizer apenas terror, mas tudo que nos leva a um estado encantado. Sim, o livro é encantado, pura magia.

Recomendo uma xícara de chá para acalmar e não perder o fôlego.

4. O vilarejo – Raphael Montes

O vilarejo
A leitura de O vilarejo é ótima pra quem curte narrativas curtas. O livro de contos lembra causos contados por algum amigo e é bem interessante ver como as histórias se entrelaçam. Sinto falta de livros como esse que você pode ler no ponto de ônibus, no engarrafamento, a espera de um compromisso. Ótimo exercício para quem quer ser conciso e quer se divertir rapidamente.

5. A menina submersa –  Caitlín R. Kiernan

A menina submersa
India Morgan Phelps (a narradora e personagem principal) possui esquizofrenia desorganizada e junto a isso somos bombardeados por uma narrativa não linear, pensamentos que prezam pela sonoridade, um mar de referências a quadros, livros, músicas, lesbianismo, transexualidade. É também uma estória sobre corvos, fantasmas, mentiras, memórias. Em algumas partes me lembrava a atmosfera de “Big Fish”, do Tim Burton. O que é real? O que é imaginário? O que encontramos em A Menina Submersa são essas camadas de pele, traduzidas por palavras que tentam alcançar a inquietação e o obscuro de nossas mentes. Essas palavras querem ser lembradas, por mais que tendemos a esquecê-las.
A sinopse do livro diz que “é uma história de fantasmas habitada por sereias e licantropos. Mas antes de tudo uma grande história de amor construída como um quebra-cabeça pós-moderno, uma viagem através do labirinto de uma crescente doença mental.” Sinopses nunca definem o que sentimos quando lemos um livro, nem nos explicam por que alguns livros nos cativam e outros não. O que posso dizer sobre “A Menina Submersa” é que ele parece ser uma tentativa de se aproximar do que é frágil, do que nos quebra, do que nos define como seres únicos. O romance é considerado uma “obra-prima do terror” da nova geração por causa de seus elementos de realismo mágico e foi indicado a mais de cinco prêmios de literatura fantástica, além de ser o vencedor do Bram Stoker Awards 2013. É o livro perfeito para aqueles que acreditam que a literatura alimenta.

Você tem alguma outra dica de livro que não entrou aqui? Conta para gente nos comentários!


Hanny Saraiva

 

4 motivos para sempre voltar a ler Harry Potter

4 motivos para sempre voltar a ler Harry Potter

Você acha que pode me comprar com livro? Saiba que amo HARRY POTTER.

Dois novos livros da saga serão lançados dia 20 de outubro, de acordo com a Entertainment Weekly, coincidindo com a abertura de uma exposição sobre o bruxo no British Museum (Londres). “Uma história da magia” – mostrará assuntos estudados em Hogwarts, enquanto “Harry Potter – uma viagem através da história da magia” irá abordar temas místicos, incluindo alquimia, feitiçaria antiga e criaturas mágicas.
Com aquela ansiedade debaixo da manga (mas quando chegará no Brasil?) e respondendo perguntas do tipo: “Mas você vai comprar esse livro também? O que tem de tão importante em Harry Potter?”, ressaltamos 4 motivos para sempre voltar a ler Harry Potter.

1. É uma história sobre amizade e amor

Sabe aquela história de se tornar uma pessoa melhor depois de ler alguns livros? Sim, Harry Potter tem esse efeito. Além de ter sido uma saga que incentivou a leitura mundial e cresceu junto com crianças e jovens de uma geração, Harry Potter dava lições sobre a importância da amizade e da família e, acima de tudo, da importância do amor. Companheirismo, obstáculos e sobrevivência são ingredientes básicos para estreitar as relações dos personagens e nos fazer pensar sobre o valor da amizade em nossas vidas.

 

 

2.     É uma história sobre crescer

As indagações que acontecem no universo de Hogwarts faz parte da vida de qualquer leitor, impossível não rolar uma identificação. Crescemos tendo que lutar contra o mal que está na sociedade, relembrando nossas crenças no meio de valores deturpados e com decisões que não foram tomadas por nós. Lidar com as diferenças, ter empatia, saber escolher, Harry Potter cresce conforme crescemos. Todos os percalços vividos pelos personagens, dúvidas e descobertas também são nossas, porque como qualquer ser humano, mudamos conforme os dias passam. E isso é tão doloroso quando prazeroso.

 

 

3. É uma história sobre perdas

Como lidar com perdas? Alguém te ensina isso na escola? Harry Potter é um órfão e ele já começa o livro com a falta de seus pais, o que vemos ao longo de toda a saga são provas e testes concretos sobre como agimos e reagimos quando perdemos alguém. Isso nunca sairá de moda, certo? Ninguém está 100% preparado para a morte, né? Ao longo da trama dos livros, perdemos diversos personagens, como na vida, e o que Harry Potter nos ensina é seguir em frente, “Afinal, aquilo que amamos sempre será parte de nós.”

 

4. É uma história sobre magia

Quem nunca se sentiu diferente e pediu aos céus para que pudesse ser capaz de viver em um mundo paralelo, encontrar criaturas fantásticas, aprender mais e viver aventuras? Harry Potter nos leva a esse mundo, onde a magia também anda ao lado do medo, nos mostrando como superar o que nos assusta e confiar no que acreditamos, a magia que encanta e assombra.

 

 


Por que você leria Harry Potter novamente? Ou nunca leu?


Hanny Saraiva

Caça palavras: você é tão livro!

Caça palavras: você é tão livro!

“Você é tão livro!” Quem nunca quis ser chamado assim? Se você pudesse ser um livro, qual seria? Encontre 3 títulos dentre os 20 melhores livros de todos os tempos e eles revelarão sua personalidade!

O que as misteriosas palavras ocultas dirão sobre você?


Curtiu seu resultado? Compartilhe com seus amigos para que eles possam se sentir tão livro quanto você. Conta para gente quais títulos achou que te diremos quem tu és.


Veja quem você é aqui!

 

Hanny Saraiva

As 10 bibliotecas mais divertidas para levar sua criança

As 10 bibliotecas mais divertidas para levar sua criança

Para você que acredita que livro é vida e está procurando um lugar para levar seu pimpolho no dia das crianças, separamos 10 bibliotecas incríveis que super incentivam deixar solta a imaginação dos pequenos.

1. Biblioteca Hans Christian Andersen – São Paulo

Com a temática “Conto de Fadas”, essa biblioteca fantástica tem uma agenda diversificada indo desde contação de histórias a shows, passando por rodas de conversa e cursos.

O que vestir nesse lugar mágico? Veja aqui.

2. Biblioteca Infantojuvenil Maria Mazzetti-BIMM – Rio de Janeiro

É uma área irresistível dentro da Casa de Rui Barbosa. Mais de 10 mil títulos à disposição para os pequenos se esbaldarem.

Para quem acredita que #lugardecriança é na biblioteca!

3. Biblioteca Pública Infantil e Juvenil – Belo Horizonte

Em BH a melhor pedida é essa biblioteca da terrinha do pão de queijo. Por lá os pequenos encontram pelo menos 20 mil livros e mais de 25 mil revistas em quadrinhos. Tudo que uma pessoa pode imaginar!

4. Biblioteca Infantil 104 304 Sul – Brasília

Com uma escola de criação para crianças de 5 a 10 anos, a biblioteca do Distrito Federal tem por volta de 12 mil títulos e muito amor em forma de histórias, livros e músicas.    #ocupeabiblioteca

5. Biblioteca Pública Estadual Adonay Barbosa dos Santos  – Acre

Acesso livre à internet, filmoteca, espaço HQ. A Biblioteca Pública do Estado do Acre possui um espaço totalmente ambientado para o atendimento infantil com dinamização do acervo. Um lugar de sonho para chamar de seu.

6. Biblioteca Pública Infantil – Curitiba

Com mais de 27 mil exemplares, a biblioteca possui oficinas criativas, gibiteca e até mesmo uma sala de xadrez. Um lugar cativante para a vida ter mais poesia!

7. Biblioteca Monteiro Lobato – Salvador

Essa biblioteca possui uma sala destinada ao escritor Monteiro Lobato, com objetos doados por sua família e um espaço exclusivo dedicado a gibis com fascículos de gibis históricos.

8. Biblioteca Infantil Aglaé Fontes de Alencar – Aracaju

Almofadas, oficinas de artes, livros, gibis, contação de histórias. A biblioteca de Sergipe é cheia de poesia e sorrisos.

9. Biblioteca Municipal Professor Barreiros Filho – Florianópolis

Além de cerca de 7,2 mil obras, a biblioteca possui espaços de leitura e brinquedos. Ótimo cantinho para se aconchegar.

10. Biblioteca Lucília Minssen – Porto Alegre

Rodas de leitura, teatro, oficinas, jogos e mais de 33 mil livros na capital gaúcha.  Essa biblioteca com certeza incentiva o “lê para mim” porque ler é a maior viagem!

 


Conhece uma biblioteca incrível que não foi mencionada? Conta para a gente!


Hanny Saraiva

8 motivos para ler Pablo Neruda durante a vida inteira

8 motivos para ler Pablo Neruda durante a vida inteira

 

Todo mundo carrega um poeta no peito. Todo mundo tem um verso guardado no coração. Pablo Neruda é um desses poetas que cheira a alma lavada, que você tem ali, guardadinho para toda hora consultar, sorrir e refletir. Pensando em sempre florir seu dia, separamos 8 motivos para você ler Neruda durante a vida porque ela, pelos olhos do poeta, é sim inteira.

 

1. Ele era um apaixonado pela leitura

O poeta fez uma doação com mais de cinco mil livros à Universidade do Chile. Quer amor maior pelos livros do que esse? “Tanto corria pelo mundo que minha biblioteca cresceu desmedidamente, ultrapassando as condições de uma biblioteca particular. Certo dia presenteei a grande coleção de caracóis que levei vinte anos para juntar e aqueles cinco mil volumes escolhidos por mim com o maior amor em todos os países. Presenteei-os à universidade de minha pátria.” – Confesso que vivi

 

2. Sua poesia é repleta de lirismo e maestria sobre a linguagem

O poeta chileno foi uma das mais importantes vozes poéticas dos últimos tempos e combinava com destreza pensamento político, lirismo, musicalidade e uma habilidade primorosa sobre a linguagem.

“Não te enganou a primavera com beijos que não floresceram?” – Livro das perguntas

 

3.  Ele era um amante do mar

O mar era uma de suas paixões. Esse fascínio pelas águas salgadas está na beleza de seus versos e na arquitetura de seu lar, em um misto de companheirismo e inspiração.

“De tantas coisas que tive, andando de joelhos pelo mundo, aqui, despido, não tenho mais que o duro meio-dia do mar, e um sino. Eles me dão sua voz para sofrer e sua advertência para deter-me. Isto acontece para todo o mundo, continua o espaço. E vive o mar.” – O mar e os sinos

 

4. Ele também era um poeta do amor

As experiências amorosas do poeta chileno refletiam seu prazer pela vida e as mulheres são temas recorrentes, misturadas a palavras de sensualidade única.
“Em torno de mim estou vendo tua cintura de névoa e teu silêncio me acusa minhas horas perseguidas, e tu és como teus braços de pedra transparente donde meus beijos perdem e minha úmida ânsia abriga.” – Vinte poemas de amor e uma canção desesperada

5. Ele foi vaiado, mas seguiu adiante

Neruda já teve seus dias ruins. Ao ler suas poesias para um grupo seleto de pessoas importantes, a reação do grupo não foi muito positiva e ele foi zombado com frases do tipo “Poetas famintos! Fora! Não estraguem a festa!” – Confesso que vivi

 

6. Ele era um viajante

Neruda era um viajante e, como todo bom viajante, seus olhos eram encantados.

“O vento é um cavalo. Ouça como ele corre pelo mar, pelo céu. Quer me levar: escuta como recorre ao mundo para me levar para longe.” – Antologia poética

 

7.  Ele era um artista engajado na política do Chile

É dele a frase“Toda literatura é engajada.”O poeta teve cargos políticos importantes, foi militante e fugiu do país depois de fazer um discurso que era oposto à posição do Senado. Sua poesia é recheada de consciência política. Saiba mais em > http://blog.poemese.com/quem-foi-pablo-neruda/

 

8. Ele é um autor premiado e pioneiro

Além de ganhar o prêmio Nobel de 1971, Neruda foi o primeiro autor latino-americano a receber o título de Doutor Honoris Causa de Filosofia e Letras da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

“Tem coisa mais boba na vida que chamar-se Pablo Neruda?” – Livro das perguntas

 

 


O que te encanta mais em Neruda?


Hanny Saraiva