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Dicas Poeme-se Livros: “Coleção Melhores Poemas”

Dia 08 de Dezembro comemoramos 120 anos do nascimento da fascinante poeta portuguesa Florbela Espanca. Igualmente conhecida como Florbela d’Alma.  Nascida em Matosinhos em 1884, a escritora viveu apenas 36 anos e teve uma história de certo intensa, cheia de sofrimentos íntimos.  Acima de tudo soube transformar esses pontos fortes em poesia da mais alta qualidade. (A Poeme-se já fez uma matéria exclusiva em homenagem a poeta. Vale a pena relembrar. Clique aqui )

Nessa data tão especial para a literatura mundial a #DicaPoemese de hoje é o livro: “Florbela Espanca – Coleção Melhores Poemas”, que reúne as melhores obras da poetisa.

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Dia de Drummond pelo Brasil

Dia de Drummond pelo Brasil

No dia 31 de outubro de 1902 nascia o poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade. Por isso, nesse mesmo dia em 2011, foi criado o Dia D, pelo Instituto Moreira Salles (IMS), com o objetivo de fazer com que a data do nascimento de nosso poeta querido passasse a integrar o calendário cultural do país. Nesse mesmo dia, em 2015, foi oficializado o Dia Nacional da Poesia – também em sua homenagem conseqüentemente. Você sabe o que acontecerá por aí? Selecionamos um apanhado de eventos que irão homenagear o poeta. Afinal, qual amante da poesia não vai querer dar uma passadinha por algum deles e respirar poesia?

No meio do caminho – arte postal, em Minas Gerais

O Instituto Imersão Latina convida poetas e artistas visuais de qualquer nacionalidade a participar do projeto NO MEIO DO CAMINHO – Exposição Internacional de Arte Postal, na Fundação Carlos Drummond de Andrade, em Itabira (MG), Brasil. A abertura oficial da exposição acontece dia 25 de outubro e o tema NO MEIO DO CAMINHO é portanto uma referência ao poema do grande poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, “Tinha uma pedra no meio do caminho”.

► Mais informações: aqui.

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Cabaré Modernista para Carlos Drummond de Andrade, no RJ

O “Cabaré Modernista para Carlos Drummond de Andrade” é um espetáculo de música e poesia criado especialmente para o Dia D. Assim sendo, a apresentação ocorre dia 31 de outubro, às 20h, no IMS Rio. Entrada gratuita. Contudo, a distribuição de senhas começa 30 minutos antes.

► Mais informações: aqui.

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DIA D – Vida e Obra de Carlos Drummond de Andrade no Sebinho, em Brasília

Dia 31/10, na Livraria Sebinho, a vida e obra do poeta Drummond será celebrada com muita poesia, incluindo um concurso de poemas. Em suma, o evento faz parte do calendário cultural da cidade.

► Mais informações: aqui.

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Drummond e a política, em São Paulo

Em São Paulo, o professor Fabio Cesar Alves, da USP, fala sobre as questões que cercam o contraditório engajamento de Carlos Drummond de Andrade com a política.

► Mais informações: aqui.

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17ª Semana Drummondiana e 2º Festival Drummond, em Minas Gerais

Em 1928, o poema “No Meio do Caminho”, de um ainda jovem e pouco conhecido Carlos Drummond de Andrade, estampava a capa da Revista de Antropofagia. Os versos, repetitivos e intrigantes, mudaram por conseguinte a forma como a poesia era compreendida no Brasil. Uma vez que, neste ano, esse importante trabalho completa 90 anos da sua primeira publicação, ganha atenção especial na programação do 2º Festival Drummond e 17ª Semana Drummondiana, que acontecem entre 24 e 31 de outubro. Com essa temática, os eventos reúnem uma vasta e diversificada programação: oito apresentações musicais, oito oficinas e cursos, sete mesas-redondas e palestras, quatro lançamentos de livros, três teatros e duas exposições – dentre outras atividades.

► Mais informações: aqui.

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<< Para conhecer mais sobre o Dia D >> www.diadrummond.com.br

Qual poesia de Drummond não pode faltar nessas homenagens Brasil afora? Conta pra gente nos comentários. =)

Hanny Saraiva

7 poemas para matar a saudade de quem tá longe

7 poemas para matar a saudade de quem tá longe

30 de janeiro. Dia da saudade, palavra só nossa, mas sentimento conhecido por todos. Para matar a saudade de quem tá longe e que sentimos falta para caramba, separamos sete poemas que sempre nos emocionam e que se eu fosse você enviava para aquela pessoa especial, relembrando-a que apesar da distância, o carinho é eterno.

1. Sentimento urgente – Clarice Lispector

Saudade é um pouco como fome
Só passa quando se come a presença
Mas, às vezes, a saudade é tão profunda que a presença é pouco
Quer-se absorver a outra pessoa toda
Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira
É um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.

2. Presença – Mario Quintana

É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,
teu perfil exato
e que, apenas,
levemente,
o vento das horas ponha um frêmito em teus cabelos…
É preciso que a tua ausência trescale
sutilmente, no ar,
a trevo machucado,
as folhas de alecrim
desde há muito guardadas
não se sabe por quem
nalgum móvel antigo…
Mas é preciso, também,
que seja como abrir uma janela
e respirar-te, azul e luminosa, no ar.
É preciso a saudade para eu sentir
como sinto – em mim – a presença misteriosa da vida…
Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista
que nunca te pareces com o teu retrato…

E eu tenho que fechar meus olhos para ver-te!

3. Saudade – Pablo Neruda

Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já…
Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida…
Saudade é sentir que existe o que não existe mais…
Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam…
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.
E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.

4.  Chega de saudade – Vinicius de Moraes

Vai minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser.
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque não posso mais sofrer.
Chega de saudade
A realidade é que sem ela
Não há paz.
Não há beleza,
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim.
Não sai de mim,
Não sai.
Mas, se ela voltar
Se ela voltar, que coisa linda!
Que coisa louca!
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca.
Dentro dos meus braços, os abraços
Hão de ser milhões de abraços.
Apertado assim, colado assim, calada assim,
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio
De viver longe de mim.
Não quero mais esse negócio
De você viver assim.
Vamos deixar esse negócio
De você viver sem mim…
 

5. A um ausente – Carlos Drummond de Andrade

Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.

Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?

Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.

6. Saudade – Candeia

Saudade dos chorinhos e os chorões
Que entre prismas e bordões
Embriagavam de harmonia os corações.
Toda noite era de festa
E se ouviam as serestas pelas ruas
Sob o clarão da Lua.
Saudades do famoso Zé com Fome,
Um sambista de renome
Que o meu povo não esquece.

Saudades de Paulo da Portela,
Esta melodia singela,
É meu samba, é minha prece.

Saudade…

7. Tanta saudade – Chico Buarque

Era tanta saudade,

É, pra matar.
Eu fiquei até doente, eu fiquei até doente, menina.
Se eu não mato a saudade,

É, deixa estar.
Saudade mata a gente, saudade mata a gente, menina.
Quis saber o que é o desejo, de onde ele vem,
Fui até o centro da Terra e é mais além,
Procurei uma saída e amor não tem.
Estava ficando louco, louco de querer bem.
Quis chegar até o limite de uma paixão,
Baldear o oceano com a minha mão,
Encontrar o sal da vida e a solidão,
Esgotar o apetite, todo o apetite do coração.
Mas voltou a saudade,
É, pra ficar,

Aí eu encarei de frente.
Aí eu encarei de frente, menina.
Se eu ficar na saudade,

É, deixa estar.
Saudade engole a gente, saudade engole a gente, menina.
Quis saber o que é… apetite do coração.
Ai amor, miragem minha, minha linha do horizonte.
É monte atrás de monte, é monte.
A fonte nunca mais que seca, ai saudade, ainda sou moço.
Aquele poço não tem fundo, é um mundo dentro um mundo.


Para matar a saudade, deixamos aqui nosso setlist pro dia. Balança o coração, mas segue em frente, viu?


 

 

Por que a cultura pop ama Edgar Allan Poe?

Por que a cultura pop ama Edgar Allan Poe?

Um homem que morreu supostamente louco e perdido nunca poderia imaginar que suas obras ganhariam uma imensidão de influências na contemporaneidade. Se Poe vivesse na atualidade, ele sobreviveria à cultura pop? Não sabemos, mas a cultura pop e Edgar Allan Poe andam de mãos dadas. Livros, séries, adaptações, ano após ano suas histórias são desmembradas e compartilhadas ao redor do mundo. Por que a cultura pop ama Edgar Allan Poe?

O medo e a ambiguidade de seus personagens

Ele está presente em nossas estantes, pois nunca parou de ser vendido. Sua narrativa não envelheceu, as histórias possuem a capacidade de se transmutarem para outras mídias, abrindo o leque de possibilidades e adaptações. Poe dominava a arte do mistério, pioneiro em usar medo, loucura, culpa e histeria como forma de identificação. Quem nunca sentiu o que o personagem sente em “O gato preto” ou o medo atravessar a espinha em “A máscara da morte escarlate”? Sua construção cuidadosa é como um espelho para nossos próprios medos e somos atraídos por essa atmosfera lúgubre, principalmente porque o autor lida com a morte o tempo todo e nos mexe e remexe com as probabilidades de não haver nada além do fim ou de haver muito mais do que conseguimos suportar. Ele nos brinda com o medo da perda, de não conseguirmos suportar ver quem amamos ir antes de nós, mas acima de tudo, ele nos faz testemunhas de crimes que poderíamos ter cometido. Seus personagens se deparam com  aquele momento onde a linha tênue entre sanidade e loucura se rompe, onde o elo entre ódio e reprimenda se finda, ele brinca com nossa racionalidade e nossos próprios demônios, tão inatos dentro de nós. Suas histórias são uma tentativa de fuga, de catarse. Seus personagens são ambíguos, não são bons ou maus, mas humanos. Poe levou o gênero de horror a um nível de aprimoramento, focando no terror psicológico ao invés de apenas descrever um cenário de assombração. Não só a ambiguidade e o medo são representantes presentes em suas narrativas, mas também há humor e esperança em suas histórias, uma forma de empatia para com aqueles que estão perdidos e que lutam para que seus sentimentos se acalmem e tudo passe. Nesse mundo violento, mas que tenta a todo custo mascarar nossos medos em busca de felicidades constantes, nada mais atual, hein?

O mestre das técnicas

Poe pode ser considerado o pai do conto, foi com ele que aprendemos que narrativas precisam ser lidas de uma sentada só, ou seja, precisam ser curtas e envolventes para que as histórias possam fluir e ser degustadas. A contemporaneidade vive um momento onde há necessidade de se chegar ao fim da notícia, de passar os olhos pelos títulos, de ser captado pelo momento. Poe é o mestre do momento. Ele não apenas escrevia, mas como analisava a arte literária. Foi o primeiro a criar a teoria do conto, dissecando sua poética e seus procedimentos de construção. Poe acreditava que a narrativa curta era a forma mais apropriada para expressar o talento de um artista e a brevidade um fator essencial para essa boa narrativa, indo contra a teoria tradicional da época que prezava o romance, virando hoje em dia ídolo de escritores que escrevem para a cultura pop. Avant-garde, certo? Sua teoria da unidade de efeito – onde o leitor deve ler a história de uma única vez, assim não se desconcentrando com as interferências externas durante a leitura – ainda é muito discutida e aplicada no meio acadêmico literário e por escritores. A beleza, para o autor, deveria ser peça fundamental do poema enquanto que a verdade a do conto. Seus poemas, por exemplo, são imagéticos, com muita aliteração e comparação, criando uma atmosfera sufocante, onde as palavras parecem nos engolir. Dentro de uma sociedade DIY, procuramos referências para que possamos construir nossa própria arca e nada mais atual do que procurar por aqueles que construíram os primeiros baús, né? Além disso, sua literatura está disponível para adaptação sem necessidade de pagamento de direitos autorais. 😉

Vida trágica

Em uma sociedade onde ainda temos Big Brothers e teorias mirabolantes, Edgar Allan Poe parece ter virado personagem de sua própria construção literária. Sua trágica vida atrai muitos curiosos e especular sobre o que teria acontecido no seu dia a dia é pano certo para construir uma colcha de possibilidades. Quem não curte saber o que o artista poderia ter feito se tivesse mais tempo? O ser humano é atraído por tragédias e pagar para resolver mistérios nunca saiu de moda. O que ele fazia, como vivia, o que será que sentia? – questionamentos que continuam a passar pelas cabeças daqueles que começam a conhecer o autor ou que já destrincharam suas teorias antigas, em busca de novas. Perspectivas sobre uma vida de tragédia rende muitas adaptações e inspira artistas em todo o mundo. Mais atual, impossível.

Qual a melhor adaptação de Poe que a cultura pop produziu? Conta para gente nos comentários. =D


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6 escritores que amavam gatos

6 escritores que amavam gatos

A profissão de escritor é conhecida por ser uma atividade solitária, mas quantas vezes já testemunhamos um felino como parceiro de escrita do artista? Muitos bichanos são temas de inspiração, outros têm papel fundamental no dia-a-dia de seus donos. O imaginário literário cruza com gatos em livrarias, bibliotecas, máquinas de escrever, computadores, um símbolo dos amantes de livros. Pensando em como esses felinos estão presentes na literatura do mundo, separamos 6 escritores que amavam gatos e que, com certeza, deixariam Max – o gato – entrar na biblioteca.

1. Ernest Hemingway

O autor de “O velho e o mar” tinha muitos gatos em seu lar em Cuba e na Flórida. Sua gata branca mais conhecida se chamava Snow White e tinha seis dedos, um presente estimado do capitão Stanley Dexter para o autor. Gatos eram adorados entre marinheiros por serem capazes de espantar ratazanas das embarcações e ter gatos com seis dedos era sinônimo de sorte para quem vivia em navios. Para Hemingway, os gatos eram “máquinas de ronronar” e “esponjas de amor”. Atualmente mais de 50 gatos de seis dedos vivem na casa do escritor, que foi transformada em um museu. Sorte dos gatos ou dos humanos?

2. Jorge Luis Borges

O autor que imaginava “o paraíso como uma espécie de biblioteca” adorava seu felino chamado Beppo, que foi seu companheiro de reflexão e inspiração por quinze anos, e a ele dedicou o poema “A um gato”. Será que Beppo circulava pela biblioteca do autor?

3. Charles Bukowski

“Na minha próxima vida, quero ser um gato. Dormir 20 horas por dia e esperar ser alimentado. Sentar por aí lambendo meu cu.” O escritor de “Factotum” era apaixonado por gatos. Produziu vários textos, cartas e poemas onde citava seu fascínio pelos felinos, considerados animais com uma força própria, muito mais livre e superior ao homem.

 

4. Jack Kerouac

Mais um autor a favor dos gatos é o escritor de “On the road”. Sua vida errante mistura-se com seu amor pelos felinos. Tanto que a morte desses animais de estimação tem peso significativo em suas obras, como em “Big Sur”, onde a notícia da morte do gato do personagem dá início a uma mudança no espírito do protagonista. A jornada de Kerouac como escritor é cruzada com a presença de vários gatos e o convívio com eles é expressamente inspirado em suas narrativas.

5. Jean Paul Sartre

“Estamos condenados à liberdade”, Sartre afirmou. Quem é mais livre que o gato? O autor de “A idade da razão” tinha como companheiro seu gato Nada. Sartre também é inspiração para Henri, o gato existencialista, criado por Will Braden.

6. Jean Cocteau

O autor de “Os filhos terríveis” dizia que o “gato é a alma visível da casa”. Amante dos felinos, Cocteau chegou a criar um clube de amigos dos gatos. Aos gatos, o escritor dedicou palavras e sentimentos nobres. Seu gato Karoun era conhecido como “o rei dos gatos”.



Será que esses escritores seriam os mesmos sem a presença de seus felinos? Por que gatos estão sempre perto de livros? Seriam eles o elixir literário que caminha entre o mundo da imaginação e a realidade? O que você acha? Conta pra gente nos comentários =)


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Poemas de Castro Alves

Ler Castro Alves é essencial. O baiano que faleceu aos 24 anos deixou um imenso legado para a poesia brasileira. Tanto que no dia de seu nascimento, 14 de março, é comemorado o Dia Nacional da Poesia como já lembramos aqui. Fizemos uma seleção de 5 poemas de Castro Alves que achamos interessantes para quem quiser conhecer mais sobre seus versos.

Sob influência do movimento abolicionista, ficou conhecido como o “Poeta dos Escravos”. Chega mais para iniciar sua incursão na obra desse grande escritor:

poemas de castro alves

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