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Elisa Lucinda virou estampa na Poeme-se

Das telas do artista plástico Alexandre Oliveira, em cores vibrantes e contrastes marcantes, nasce a nova estampa da primeira grife de poesia do Brasil. Inspirada no poema “Só de sacanagem”, da parceira da Poeme-se e fundadora da Casa Poema, Elisa Lucinda, esta estampa vem para nos mostrar um novo caminho lúdico, repleto de poesia.

Segundo seu criador, esta estampa representa uma fuga saudável da loucura das cidades, a qual todos nós precisamos, sendo o balão a nossa imaginação.

Confira o poema:

Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais.
Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?
Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração tá no escuro.
A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam:
” – Não roubarás!”
” – Devolva o lápis do coleguinha!”
” – Esse apontador não é seu, minha filha!”
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas-corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar, e sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda eu vou ficar. Só de sacanagem!
Dirão:
” – Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba.”
E eu vou dizer:
“- Não importa! Será esse o meu carnaval. Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos. Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.”
Dirão:
” – É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal”.
E eu direi:
” – Não admito! Minha esperança é imortal!”
E eu repito, ouviram?
IMORTAL!!!
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final.

Para vestir esta estampa, clique aqui e Poeme-se!

Abraço a Praça – Marechal Hermes

Hoje, dia 21 de março, aconteceu na praça XV de Novembro, no bairro de Marechal Hermes, Rio de Janeiro, o evento “Abraço a Praça” em homenagem ao Dia Internacional da Poesia. Diversos autores do Brasil todo puderam enviar seus versos para a festividade, os quais, literalmente, abraçaram a praça em nome da poesia e da conservação dos espaços públicos.

Além da presença poética dos autores, houve a apresentação de um clown violinista, que embalou a leitura de todos os que estava prestigiando o movimento.

Esta foi mais uma etapa do movimento por um Rio Capital da Poesia.


Todos os tons de Paulo Leminski

“Toda Poesia – Paulo Leminski” assumiu o topo no ranking dos livros mais vendidos na rede de Livrarias Cultura

A antologia da obra do poeta curitibano Paulo Leminski “Toda Poesia – Paulo Leminski” lançada mês passado pela Editora Companhia das Letras assumiu nesta semana o primeiro lugar no ranking dos livros mais vendidos na rede de Livrarias Cultura. Os poemas de Leminski desbancaram uma longa supremacia de Cinquenta Tons de Cinza de E. L. James ( Intrínseca) e suas duas sequencias que durava mais de um ano.

O livro de Leminski reúne pela primeira vez, e em um só volume, de 424 páginas, 600 poemas do escritor curitibano Paulo Leminski, um dos grandes nomes da literatura brasileira da segunda metade do século 20.

Ao longo dos nove meses de gestação do livro, a viúva de Leminski, a também poeta Alice Ruiz, trabalhou com a editora Sofia Mariutti, da Companhia das Letras. Ela conversou com a reportagem da Gazeta do Povo sobre todo o processo de elaboração do projeto — leia matéria completa (http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?id=1347610).

A nova obra ganhou um vídeo, que ilustra uma das poesias e conta com a narração de Arnaldo Antunes. Confira:


Fonte: Caderno G/Gazeta do Povo

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Março – Mês de musas e poetas

Março, para quem não sabe, não é apenas o mês que fecha o verão com suas águas, ou o mês dedicado integralmente ao público feminino. Março também é o mês da poesia, pois carrega em si dois dias fundamentais para os amantes dos versos: o dia nacional da poesia (dia 14 de março), em homenagem ao grande poetas Castro Alves, e o dia mundial da poesia (dia 21 de março) chancelado peal UNESCO em sua trigésima conferência geral, no ano de 1999.

Como você já sabe, a Poeme-se é uma empresa verso, completamente imersa no mundo das letras, e não poderíamos ficar de fora deste movimento.

Para homenagear este mês de poetas e musas, toda semana disponibilizaremos 3 camisetas na nossa sessão de Ofertas Poéticas, podendo chegar a R$10 de desconto em cada uma delas.

Acesse o link, confira e Poeme-se!
Lembrando que, na compra de duas ou mais camisetas, o frete é grátis para todo o território nacional.

Poesia na velocidade do som

No dia 03 de março, a Poeme-se marcará presença na segunda edição d’O Cluster, em Botafogo, um evento com entrada franca, cuja intenção é viabilizar negócios entre artistas, designers, estilistas e consumidores em um espaço para exposição de produtos e troca de experiências.

Lá, além das já conhecidas escada e pílulas poéticas, desta vez a Poeme-se levará uma novidade sustentável, criativa e poética!


Poesia na Boca do Povo é o nome da ação poética que realizaremos na próxima edição do evento, em parceria com a Bolei, criadora do iCone – uma espécie de amplificador de som feito com cones de sinalização reciclados. Lá a 1º grife poética do país vai fazer com que as famosas pílulas de poesia, distribuídas em seu stand, viagem na velocidade do som para contagiar os amantes da poesia. 

Venha colocar a poesia em movimento!


Rua das Palmeiras, 35 – BotafogoRio de Janeirowww.ocluster.com.brwww.poemese.com

Poesia para rir e chorar – Clown Poético Poeme-se

No próximo sábado, dia 2 de março, a Poeme-se estará mais uma vez levando poesia para a Feira da Rua do Lavradio, distribuindo pílulas de poesia e colocando-a em movimento com estampas 100% algodão e poesia.

E, como forma de inovação, a Poeme-se trará uma novidade ainda mais divertida para a feira. O artista Nélio Fernando encarnará um Clown Poético para espalhar versos aos 4 cantos da feira. 

A palavra Palhaço deriva do italiano paglia, que quer dizer palha, que era o material usado no revestimento de colchões. O nome começou a ser usado porque a primitiva roupa desse cômico era feita do mesmo pano e revestimento dos colchões: um tecido grosso e listrado, e afofada nas partes mais salientes do corpo com palha, fazendo de quem a vestia um verdadeiro “colchão” ambulante. Esse revestimento de palha os protegia das constantes quedas e estripulias. Já a palavra Clown é de origem inglesa e tem origem no sec. XVI. Deriva-se cloyne, cloine, clowne. Etimologicamente vem declod, que em inglês significa “camponês” e ao seu meio rústico, a terra (estúpido, cabeça-dura, bronco).

E é assim que a poesia deve ser. Deve cair sem medo de se machucar, fazer estripulias para que se riam, drama para que chorem, tudo isso de forma rústica, primitiva, pois só assim ela vem sinceramente de dentro.

Com a Poeme-se, a poesia que vem de dentro pode estampar o peito do lado de fora, gritando sua mensagem para todos que têm olhos para sinti-la.

Venha vestir poesia na Feira da Rua do Lavradio! Para mais informações acesse o link: http://migre.me/dqIoI

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E que o mundo Poeme-se!

Inspirados nos versos de Vânia Jordão, bióloga, artista plástica e poetisa, tão amplamente divulgados nas redes sociais, a Poeme-se lança sua mais nova coleção, intitulada “E que o mundo”, a qual transforma em verbo 3 grandes nomes do mundo das artes, sendo eles Caetano Veloso, Drummond e Paulo Leminski.

Escolha seu verbo favorito e Poeme-se!

  • Drummond
  • Caetano
  • Leminski
Você também encontra Poeme-se na rede Cecília Brandão (RJ), no Showroom da Casa Poema (RJ) e aos sábados na Casa das Rosas (SP).