No Dia Internacional da Mulher a Poeme-se quer apresentar algumas mulheres que fazem parte da história dessa empresa verso. Por aqui, sempre vimos essa data, 8 de março, como um dia de luta. A cada ano buscamos promover ações que mostrem a força e a importância da produção artística e literária das mulheres.

Foi assim no ano passado, com o Mulheres que Versam, que trazia poesias de mulheres da nova cena poética, durante todo o mês de março. E também em nosso resgate histórico dos direitos civis conquistados por mulheres ao longo do tempo, dividindo espaço com as produções de grandes autoras. Veja aqui: Dia Internacional da Mulher: história de luta e arte

E agora, reunimos 4 mulheres que estão todos os dias contribuindo com a Poeme-se. Conheçam quem faz a diferença na nossa equipe:

É uma forma de colocar a poesia junto com a literatura no mundo. Com criatividade aonde podemos guardar poesia em nossa casa com produtos ou leva-los no nosso dia a dia com camisas. Fazendo com que as pessoas convivam mais com a poesia, com a história da literatura e com os escritores.

Jaqueline Ribeiro – trabalha na parte administrativa da Poeme-se e em diversas feiras, como a Feira do Rio Antigo e a Flipoços. Ela começou a trabalhar há 3 anos com a empresa-verso, em uma das feiras do Rio Antigo e depois de um tempo, foi chamada para integrar o time administrativo. “Sempre tive uma conexão com a Poeme-se. É muito marcante a transformação que tive após começar a trabalhar aqui porque antes eu não era uma leitora e hoje leio poesia e entendo que é uma arte para todos. O meu envolvimento com o mundo literário foi muito importante porque eu iniciei um novo rumo, ingressei no curso pré-vestibular e tenho o sonho de cursar Publicidade e Propaganda ou Produção Cultural.”

Jaqueline destaca que o maior prazer de trabalhar com a Poeme-se é justamente nos momentos em que participa das feiras e tem contato com o público: “Uma vez, participando da Flipoços, recebemos um grupo de deficientes audiovisuais. Uma das meninas me disse que queria saber mais sobre as camisetas e assim ela foi tateando a estampa e eu fui descrevendo para ela como era a frase de BorgesSempre imaginei o paraíso como uma espécie de biblioteca´ Foi um momento muito forte para mim”. Durante o evento da Lavradio, no qual a Poeme-se participa sempre, a Jaqueline contou que criou um laço especial com três meninas que vendem acessórios de cabelo: “Elas vêm e conversam, sempre pegam uma pílula poética e uma delas certa vez escreveu um recadinho para mim. Sinto que posso estar de alguma forma dando um incentivo para elas mudarem. A poesia tem esse movimento de agregar, nunca de excluir. Comecei a ver a literatura como um agente de transformação e reconstrução.” 

Para ela, a camiseta que mais destaca da nossa coleção é a de Miguel de Cervantes e quando questionada sobre o porquê, ela é firme: “A frase é forte: ‘Eu sei quem eu sou e quem posso ser, se eu desejar’ e é muito interna para mim. É sobre quando a gente entende quem não há quem diga que a gente não pode.” E que seja sempre assim, Jaqueline!

Gabriella Santoro – co-fundadora da Poeme-se, professora de literatura, doula e mãe de Olívia. “O sonho de criar a primeira empresa verso do país nasceu da vontade de viver de literatura, de ver a literatura vivendo nos outros. Lá em 2010 meu companheiro Gledson Vinícius e eu tínhamos muitos sonhos e a literatura era o elo entre todos eles. Rabiscamos muitas coisas até que vimos a possibilidade de espalhar a literatura em novos suportes com a estética própria da poesia que acreditamos. Juntamos na mesma panela a trajetória de cada um, nossos sonhos, um pouco de pesquisa e planejamento e voilá: trouxemos ao mundo a Poeme-se.”

Uma camiseta que gosto: Victor Hugo – “Utopia hoje, carne e osso amanhã”. Esse verso sempre embalava nossas mentes, lá no início da empresa-verso”.

Camila Vidal Bento – nossa estagiária contou que sempre gostou do universo literário e isso se reflete bastante no trabalho. “Uma honra misturada com a grande responsabilidade de estar na maior empresa verso do país, aprendo muito a cada dia. A Poeme-se além de estar me transformando em uma profissional melhor ela também me faz ter mais conhecimento da literatura e de escritores, o que é uma coisa maravilhosa ao meu ver. Sempre fui apaixonada por essa mundo literário e aqui eu posso ser eu mesma. Sou feliz, venho feliz para a Casa Poeme-se de manhã e saio feliz de tarde sabendo mais do que quando cheguei. Admiração, força e vontade de transbordar poesia pelo mundo.

Sobre a camiseta que mais a representa, a escolha é certeira: “Eu sou apaixonada pela do Oscar Wilde “Definir é Limitar”. Ela diz o que sou: “Não me defino porque não gosto de me limitar.”

Gihana Fava – é formada em Comunicação Social, empreendedora e trabalha com as redes sociais da Poeme-se desde 2013. “Tenho muito orgulho em poder contribuir com a presença online da Poeme-se. Sinto que essa é uma empresa que não vende apenas camisetas, mas tem realmente um compromisso e um amor genuíno com a poesia e com a literatura. Essa sempre foi a nossa preocupação ao produzir conteúdo para a empresa-verso porque é algo realmente nobre e diferenciado. Trabalhando com a Poeme-se conhecemos histórias e temos a oportunidade de pensar em ações que incentivam a leitura, por exemplo. É muito gratificante quando recebemos um comentário de alguém que conheceu um autor ou uma obra por causa desse conteúdo.

Ano passado, Gihana coordenou em parceria com Gledson, fundador da Poeme-se, a ação Mulheres que Versam, que visava apresentar 1 poema por dia, escrito por mulheres da nova cena poética, nas redes sociais. “A repercussão foi ótima. Temos que dar mais espaço para a produção feminina e a Poeme-se se preocupa com isso. Além de sempre demandarem ações que valorizem a história da mulher artista, a Poeme-se tem aumentado a participação feminina na sua coleção também. O poder dessa representatividade é muito valioso. Para a gente, é muito gratificante trabalhar com uma marca que acredita, respeita e promove a poesia dessa forma.” 

A camiseta que ela escolheu é de Chaplin, também pela frase: ‘Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade’. “Essa é uma frase que bate muito em mim porque trabalho com rede social e fico bem imersa no mundo digital. Porém, cada vez mais tenho ido no movimento de conexões mais reais, pois parece que o tempo todo somos empurrados para ficarmos em função de uma máquina e esquecemos de sair desse modo automático. A chave está em um equilíbrio entre os dois mundos.”  

As mais marcantes personagens femininas da literatura nacional

40 frases clássicas de escritoras famosas

Poesias feitas por mulheres

Camisetas para o Dia das Mulheres

Leave A Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *