“Nasce a cada dezembro e nasce de mil jeitos”, nos conta o poeta de Itabira.

Eu que sou Poeta, mas não sou Drummond, me inspiro no poema do mestre para semear os meus desejos natalinos em nome de toda equipe da Poeme-se:

Que o verso germine no peito do mundo, que o sentimento seja cada dia mais puro e que não seja em vão. De posse da nossa história, que tenhamos (todo dia) mais horas de prosa, mais “agoras”, menos não. Desejo olho no olho, mão aberta, braços soltos e beijo a beça. Desejo força para as horas incertas, energia para as tarefas e tempo para celebração.

Que nasça, em cada verso, de mil jeitos, como bem lembrou o poeta, o brilho da vida. Que sejamos todos, nessa data, um só coração.

Assinado: O Poeta.

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