De dois em dois anos o livro ocupa o imaginário da cidade do Rio de Janeiro de uma maneira incrível. Culpa da Bienal. Nos bares, nas esquinas, no trânsito, no zap zap, em todos os cantos se fala desse encontro de quase um milhão de pessoas com a literatura.  Um encontro que se dá em nada menos do que três pavilhões do Riocentro. São 11 dias de festa, dias para ver uma cidade que vivencia o amor pela literatura em muitas formas. Um período em que o livro pauta as matérias de todas as mídias e é o protagonista da cidade (coisa que deveria ser mais).

Para esse poeta que vos fala, a 17ª Bienal do livro foi ainda mais especial: – Eu estava lá com a Poeme-se – em sua primeira participação.

Nosso estande ficou lindo, pertinho do Ziraldo, no pavilhão Verde, na rua N. Lá, nessa cidade fora do tempo, num espaço paralelo onde só se fala de literatura, colocamos o melhor da poesia em movimento. Apresentamos o substantivo que virou verbo para muitas pessoas, recebemos visitas ilustres, abraçamos amigos e tornamos o sonho de vivenciar essa festa realidade. Agora, a Poeme-se faz parte da Bienal do Livro assim como a Bienal faz parte da Poeme-se.

Reuni aqui alguns momentos marcantes da Bienal para mim:

– Lançamento da camiseta do Guarnier (veja a camiseta aqui)

bienal do livro

– Lançamento da camiseta do Lucas Limberti (veja a camiseta aqui)
poeme-se na bienal

– Encontro com o Bisneto do Patativa do Assaré (camiseta Patativa aqui)
patativa do assare

– Equipe Bienal
poeme-se na bienal do livro

– Pedro Gabriel na Poeme-se (o autor lançou em parceria com a Poeme-se uma coleção de porta copos imantados com estampas do projeto Eu me chamo Antônio, clica aqui para ver)
eu me chamo antonio

– E, claro, não podia faltar, a presença de vocês:
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poeme-se na bienal (1)
poeme-se na bienal (2)poeme-se na bienal (3)
poeme-se na bienal (4) poeme-se na bienal (5)
Assinado: O Poeta.

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