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Promoção Livro Me Faz Feliz! Responda e ganhe prêmios. (ENCERRADA)

ENCERRADA

Promoção Livro Me Faz Feliz!

Quer ganhar a camiseta “Books Make Me Happy”, lançamento da Poeme-se?

– É FÁCIL, basta clicar no banner abaixo e responder: Por que livro te faz feliz?

A melhor resposta ganhará uma camiseta literária “Books make me Happy” e um livro surpresa!

* A Promoção vai até o dia 27/02/2018 e o resultado será apresentado dia 28/02/2018.
* A escolha da melhor resposta será feita pela equipe da Poeme-se

Válido para todo o território nacional.

 

GANHADOR(A):

– Luiz Felipe

”E por que me faria feliz? Um bocado de páginas juntas, que só de olhar o número me dá preguiça. Preços absurdos! Posso conseguir de graça na internet! Acabei e vou deixar jogado numa estante? Para que? Provavelmente nunca vou ler de novo. Mas por que suportar tudo isso? Ah sim! Aquele cheiro. Me conquista! Páginas novas me deixam extasiado, hipnotizado! Da mesma forma me sinto ao olhar um livro velho e pensar em todo o trajeto que ele pode ter percorrido. Sem falar dos lugares que já visitei. Lugares maravilhosos, posso até mesmo descrever o aroma do local. Quantas pessoas incríveis já conheci. Consegui criar um elo de amizade com pessoas que nunca me conheceram! Todos os tipos possíveis. Eles conseguiam fazer coisas fantásticas e sempre me surpreendiam. Impressionante como em dias tristes eu simplesmente abria um livro e ia a um lugar bonito, ou como ficava aflito ou refletia. Ah… quantas reflexões. Aprendi a dar valor a todas as coisas e pessoas.
“Bobagem, é só uma história!”
Não, senhor! É uma lição. Uma mera história não traria esse misto de sentimentos para mim. Vale cada centavo. E, após ter visitado essa fabulosa narrativa, posso olhar para minha estante e relembrar os valores que adquiri, os sentimentos que tive e como moldaram o ser humano que me tornei. “Por que livro me faz feliz?”, vocês perguntam. E como não poderia? Ele faz parte de quem eu sou! E eu amo a mim mesmo e tudo o que me moldou.
Um sentimento assim é fonte de vida! E, olha só, quem diria, posso expressar tudo isso através de um livro! É possível repassar aos outros essas maravilhas!”

Por que a cultura pop ama Edgar Allan Poe?

Por que a cultura pop ama Edgar Allan Poe?

Um homem que morreu supostamente louco e perdido nunca poderia imaginar que suas obras ganhariam uma imensidão de influências na contemporaneidade. Se Poe vivesse na atualidade, ele sobreviveria à cultura pop? Não sabemos, mas a cultura pop e Edgar Allan Poe andam de mãos dadas. Livros, séries, adaptações, ano após ano suas histórias são desmembradas e compartilhadas ao redor do mundo. Por que a cultura pop ama Edgar Allan Poe?

O medo e a ambiguidade de seus personagens

Ele está presente em nossas estantes, pois nunca parou de ser vendido. Sua narrativa não envelheceu, as histórias possuem a capacidade de se transmutarem para outras mídias, abrindo o leque de possibilidades e adaptações. Poe dominava a arte do mistério, pioneiro em usar medo, loucura, culpa e histeria como forma de identificação. Quem nunca sentiu o que o personagem sente em “O gato preto” ou o medo atravessar a espinha em “A máscara da morte escarlate”? Sua construção cuidadosa é como um espelho para nossos próprios medos e somos atraídos por essa atmosfera lúgubre, principalmente porque o autor lida com a morte o tempo todo e nos mexe e remexe com as probabilidades de não haver nada além do fim ou de haver muito mais do que conseguimos suportar. Ele nos brinda com o medo da perda, de não conseguirmos suportar ver quem amamos ir antes de nós, mas acima de tudo, ele nos faz testemunhas de crimes que poderíamos ter cometido. Seus personagens se deparam com  aquele momento onde a linha tênue entre sanidade e loucura se rompe, onde o elo entre ódio e reprimenda se finda, ele brinca com nossa racionalidade e nossos próprios demônios, tão inatos dentro de nós. Suas histórias são uma tentativa de fuga, de catarse. Seus personagens são ambíguos, não são bons ou maus, mas humanos. Poe levou o gênero de horror a um nível de aprimoramento, focando no terror psicológico ao invés de apenas descrever um cenário de assombração. Não só a ambiguidade e o medo são representantes presentes em suas narrativas, mas também há humor e esperança em suas histórias, uma forma de empatia para com aqueles que estão perdidos e que lutam para que seus sentimentos se acalmem e tudo passe. Nesse mundo violento, mas que tenta a todo custo mascarar nossos medos em busca de felicidades constantes, nada mais atual, hein?

O mestre das técnicas

Poe pode ser considerado o pai do conto, foi com ele que aprendemos que narrativas precisam ser lidas de uma sentada só, ou seja, precisam ser curtas e envolventes para que as histórias possam fluir e ser degustadas. A contemporaneidade vive um momento onde há necessidade de se chegar ao fim da notícia, de passar os olhos pelos títulos, de ser captado pelo momento. Poe é o mestre do momento. Ele não apenas escrevia, mas como analisava a arte literária. Foi o primeiro a criar a teoria do conto, dissecando sua poética e seus procedimentos de construção. Poe acreditava que a narrativa curta era a forma mais apropriada para expressar o talento de um artista e a brevidade um fator essencial para essa boa narrativa, indo contra a teoria tradicional da época que prezava o romance, virando hoje em dia ídolo de escritores que escrevem para a cultura pop. Avant-garde, certo? Sua teoria da unidade de efeito – onde o leitor deve ler a história de uma única vez, assim não se desconcentrando com as interferências externas durante a leitura – ainda é muito discutida e aplicada no meio acadêmico literário e por escritores. A beleza, para o autor, deveria ser peça fundamental do poema enquanto que a verdade a do conto. Seus poemas, por exemplo, são imagéticos, com muita aliteração e comparação, criando uma atmosfera sufocante, onde as palavras parecem nos engolir. Dentro de uma sociedade DIY, procuramos referências para que possamos construir nossa própria arca e nada mais atual do que procurar por aqueles que construíram os primeiros baús, né? Além disso, sua literatura está disponível para adaptação sem necessidade de pagamento de direitos autorais. 😉

Vida trágica

Em uma sociedade onde ainda temos Big Brothers e teorias mirabolantes, Edgar Allan Poe parece ter virado personagem de sua própria construção literária. Sua trágica vida atrai muitos curiosos e especular sobre o que teria acontecido no seu dia a dia é pano certo para construir uma colcha de possibilidades. Quem não curte saber o que o artista poderia ter feito se tivesse mais tempo? O ser humano é atraído por tragédias e pagar para resolver mistérios nunca saiu de moda. O que ele fazia, como vivia, o que será que sentia? – questionamentos que continuam a passar pelas cabeças daqueles que começam a conhecer o autor ou que já destrincharam suas teorias antigas, em busca de novas. Perspectivas sobre uma vida de tragédia rende muitas adaptações e inspira artistas em todo o mundo. Mais atual, impossível.

Qual a melhor adaptação de Poe que a cultura pop produziu? Conta para gente nos comentários. =D


Camiseta literária Os Mistérios de Allan Poe

 

 

Um lançamento próprio para o mês dos Pais

    Agosto, aqui na Poeme-se, é o mês de Ernest Miller Hemingway, o querido escritor norte-americano que tinha a alcunha de Papa.
Ele que foi laureado com os maiores prêmios da literatura mundial, agora pode ser vestido. Veja logo a baixo:
T-Shirt Ernest Hemingway Babylook Ernest Hemingway Bata Ernest Hemingway

Curiosidades sobre Hemingway:

“Hemingway” é o nome de uma categoria de bêbado

    Psicólogos da Universidade de Missouri publicaram um estudo na revista científica Pesquisa e Teoria do Vício confirmando a existência de mais de um tipo de bêbado. A categoria dos bêbados impassíveis – aqueles que viram uma garrafa de uísque e continuam agindo como se nada tivesse acontecido – ganhou o nome de Ernest Hemingway. Veja o estudo aqui.

Hemingway foi um espião soviético

    O livro Spies: The Rise and Fall of the KGB in America revelou que realmente estava na lista dos agentes da KGB nos Estados Unidos. Baseado nas notas de um oficial do serviço de espionagem russo, o livro revela que Hemingway foi recrutado em 1941 antes de fazer uma viagem à China. Seu codinome era “Argo”.

Há um asteróide chamado Hemingway

    Hemingway está no céu, e isso não é um eufemismo para sua morte. Em 1978, o astrônomo soviético Nikolai Chernykh batizou um asteroide que orbita o sol de 3656 Hemingway.

Ele sobreviveu a duas quedas de avião

   Em um voo de observação sobre o Congo Belga, atual República Democrática do Congo, em 1952, o avião em que o escritor estava caiu, e ele feriu a cabeça. Tentou pegar um segundo avião para buscar resgate na cidade de Entebbe, mas ele explodiu na decolagem. O saldo final, segundo sua esposa, foram rupturas nos rins e no fígado, o crânio quebrado, um ombro deslocado e duas vértebras fraturadas.

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