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9 coisas que só filho com uma mãe bookaholic entende

9 coisas que só filho com uma mãe bookaholic entende

Se sua mãe cheira livro novo como se fosse perfume Chanel nº 5, é rata de sebo e vive comprando aquele ebook baratinho da Amazon porque ainda não chegou a tradução no Brasil, você sabe o que é ter uma mãe viciada em livros. Não importa o formato, ela está sempre com uma história pendurada debaixo do braço e sempre tem uma citação literária na ponta da língua. Ela é peculiar? Separamos 9 coisas que só filho com mãe bookaholic entende.

1. Seu sonho é fugir com uma biblioteca móvel

E vive dizendo que a vida é muita curta para tanto livro.

2. Nos conquista desde pequenos com histórias imperdíveis

E até hoje você derrama uma lágrima quando lembra de seu livro preferido.

3. Fica furiosa quando a gente diz que o filme é bom

A máxima “O livro é melhor” é lei em seu reino.

4. Todos os seus amigos já ganharam um livro dela

E ela se orgulha disso.

5. Se irrita facilmente com aquele teu primo que vive com mão suja de salgadinho

Porque livro sagrado é livro limpo.

6. Te faz um viciado

Às vezes você tem certeza que essa compulsão é hereditária.

7. Adora compartilhar coisa de gato com livro

Por que 90% das mães que amam livros também amam gatos? 🤔

8. Faz tudo com um livro na mão

Desde caminhar lendo um livro até coisas mais inusitadas que você nunca ousou tentar.

9. Afinal, sempre estão certas!

E sempre tem um livro para provar isso.

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Você gostaria de vê-la sorrindo? Repete com a gente: “Você não pode comprar felicidade, mas pode comprar livros que é quase a mesma coisa.”


Hanny Saraiva

 

 

Ressaca literária – Seu livro preferido terminou?

O que fazer quando o seu livro preferido termina?

Ressaca Literária: “quando o leitor tem vontade de ler determinado livro, mas não consegue entrar na história. Ou seja, o leitor fica preso em uma cápsula invisível sendo impedido de ler o livro.” – definição do blog Desencaixados. Já passou por isso? Hoje vamos falar sobre um tipo de ressaca específica, aquela provocada pelo término de uma leitura sensacional, que mudou sua vida, que te fez colocar o título X na lista de livros preferidos. Estamos tocando no delicado assunto: “O que fazer quando o seu livro preferido termina?”
Primeiramente, você grita: Fora Temer e toma uma cerveja. Sabe aquele conselho que para curar uma ressaca você precisa tomar outra cerveja? Isso serve para os apreciadores de cevada, mas e para aqueles que estão com ressaca literária?
Você não vai conseguir mais ler, apesar de querer muito, muito. Por quê? Porque você está impregnado do mundo ficcional anterior. Como uma droga, uma paixão arrebatadora, um “ele podia voltar pra mim”.

Participar de competições

Aposte com seu amigo quem vai ler primeiro o livro tal (de preferência algum de seu outro autor preferido). Aposte dinheiro, sorvete, alguma coisa palpável. Neste momento de corte de elos, é necessário algo que vale a pena lutar.

Começar a frequentar um clube do livro

Virtual ou presencial. Se reunir para falar bem ou mal de um livro pode te ajudar a esquecer seu ex. Saia para beber uma taça de vinho ou suco com seus companheiros de leitura e faça perguntas sobre o futuro date, ops, livro.

Visitar uma livraria nova – ou uma que você não conheça

Explore a livraria, toque em títulos, leia a primeira página, mas não compre nada. Converse com livreiros, faça anotações, circule pelo ambiente. Assista uma palestra de algum escritor nessa livraria, participe de algum lançamento, mas não compre nada. Apenas saboreie o contato com os livros e as capas. Tenho certeza que ao fim de quinze dias você estará com muita vontade de ler.

Curtir sua bad literária

Quem disse que é regra geral fugir da bad de términos? Chore. Chore muito. Veja filmes inspirados no livro, crie playlists sobre o filme, ouça playlists, viva o luto. Sofra até sua dor ao máximo – não recomendo mais de uma semana porque aí pode gerar um sistema de tristeza profunda e afastamento de amigos. Vale até comprar produtos que te lembrem da narrativa, mas não se tatue. Calma, tatuagem é uma parada séria, tipo amor eterno. Espere seis meses para ter certeza se era paixão ou amor mesmo. Tatue só por amor.

Escutar um audiobook

Quem disse que livro é só papel está com a cabeça fechada demais para esse século que estamos vivenciando facilidades tecnológicas e interessantes formas de captar e experimentar narrativas ficcionais. Ouvir uma história pode sim curar sua ressaca porque te transporta para um novo ambiente, te fazendo se distanciar de sua antiga paixão, aka, ressaca. Uma outra opção é explorar o mundo de podcasts literários.

Dica: dá uma espiada na Ubook.

Ler o livro novamente

Que mal tem saber de cor algumas frases e prestar atenção a outros detalhes e começar um novo clube de fãs aficionados pelo título? Das duas uma: ou você realmente vai amar ou vai conseguir começar a ver alguns defeitinhos que fará com que seu coração se acalme e dê espaço para um novo amor.

Escrever

Talvez você necessite colocar para fora toda sua necessidade de estar conectado ao mundo que te apaixonou. Escreva uma fanfic. Escreva uma resenha. Escreva duas resenhas. Escreva um conto baseado em um dos personagens. Escreva para o autor. Crie hashtags para o livro. Escreva uma carta para um amigo falando sobre o livro.


Como você se sentiu quando terminou de ler aquele último livro maravilhoso que você não queria que terminasse? Conta para gente nos comentários.


Hanny Saraiva

Por que autores amam bibliotecas?

Por que autores amam bibliotecas?

“ Eu fiquei três vezes por semana durante 10 anos me educando na biblioteca pública. É melhor que faculdade. As pessoas deveriam se educar, você pode ter uma educação completa sem gastar dinheiro. No final de 10 anos, eu tinha lido todos os livros da biblioteca e escrito mil histórias.”  – Ray Bradbury
“A biblioteca de minha infância era bem pequena. E mesmo assim sentia que o mundo inteiro estava contido naquelas duas salas. Eu poderia andar em qualquer corredor e aspirar sabedoria.” – Rita Dove
“Não é apenas uma biblioteca. É uma nave espacial que te leva aos confins do Universo, uma máquina do tempo que te leva ao passado longínquo e ao futuro distante, um professor que conhece mais do que qualquer ser humano, um amigo que vai te divertir e te consolar – e acima de tudo, um portal, para uma vida melhor, mais feliz e mais útil.” – Isaac Asimov
“Eu sempre digo às pessoas que me tornei escritora não porque fui para a escola, mas porque minha mãe me levou para a biblioteca. Eu queria me tornar escritora para poder ver meu nome no catálogo de fichas.”  – Sandra Cisneros
“Sempre imaginei o paraíso como uma espécie de biblioteca” – Jorge Luís Borges
Ainda duvida de que é uma espécie de Éden para escritores e para amantes de livros? Em homenagem ao Dia da Biblioteca, separamos só algumas outras coisinhas que confirmam por que autores amam bibliotecas.

Conhecimento infinito

Há sempre livros. No plural. Quando você acha que sabe tudo sobre o assunto, um livro escondido surge como num passe de mágica. Os livros parecem se comunicar entre as prateleiras, nos escolhendo como humanos favoritos. Quem nunca teve aquela ideia mirabolante após ler um livro de pesquisa sobre o assunto central do seu livro? Escritores amam desbravar o desconhecido e livro de biblioteca é perfeito para isso.

Silêncio

Quer fugir daquele carro do ovo ou da música alta do vizinho? Prazer, sou o silêncio –  a biblioteca afirma. Trago ainda de brinde – algumas vezes ­– aquele ar condicionado poderoso. É um local maravilhoso para acalmar a mente, se concentrar, desenvolver aquela ideia que está entalada e não sai do papel. Muitos escritores saem de seus lares em busca de novos ares e a biblioteca espera escritores de braços abertos para dar asas a seu mundo de imaginação. Experimente escrever nesse espaço depois vem aqui contar pra gente como foi – vale também para estudantes que não conseguem terminar a monografia ou aquele trabalho gigante do trimestre, ok?

Sustentabilidade

Você adoraria ler aquele clássico, mas acha muito caro? Dê uma passada na biblioteca e faça seu cartão de frequentador. Consuma de forma consciente. Compre apenas aqueles livros que você realmente deseja ou necessita. Uma ótima forma de checar se vale a pena é dando um pulinho na biblioteca. Além disso, entregar o livro na biblioteca no prazo é uma ótima forma de lutar contra a procrastinação. Isso vale também para quem tá começando na carreira de escritor porque regra número 1: para escrever você precisa ler muito.

Conexão

Onde você pode encontrar o público do seu livro? Na biblioteca! Quem vai à biblioteca ama ler ou está em busca de uma demanda específica. Como não fazer pesquisa de mercado dentro desse ambiente? Além disso, há diversas ações culturais dentro de bibliotecas como encontros com autores, debates, saraus literários e poéticos. Você pode doar seu livro para a biblioteca, participar de uma palestra, criar sua rede de contatos para troca e angariar leitores que podem comprar seu próximo livro. =D


O que tem de especial em sua biblioteca preferida? Como você se sente lá? Conta pra gente nos comentários. =)


 

Eu leio diversidade: 5 livros para além de uma temática LGBT

Eu leio diversidade: 5 livros para além de uma temática LGBT

Ser consumidor é também ser um agente de transformação e fazer com que a representatividade ganhe força e vez é sim papel de quem consome. É necessário disseminar, espalhar, conscientizar. Pensando em como representantes de minorias são calados por serem o que são, selecionamos 5 livros que vão muito além da temática LGBT e que vai te ajudar a refletir e te dar força para acreditar que sim, você pode ajudar a construir um mundo mais legal e mais tolerante. Dia 25 de março é dia de relembrar que todas as formas de amor importam, dia de relembrar que causas existem para que você também seja livre e possa falar o que pensa e que acima de tudo, é necessário resistir. Em tempos sombrios é fundamental não desistir e resistir. Sempre. #mariellepresente

1. A história de Júlia e sua sombra de menino – Christian Bruel

Questões sobre produção de gênero, identidade e o “ser diferente” tratado de forma sensível e divertida é o trunfo dessa obra. Refletir sobre imposições feitas pela sociedade e abrir espaço para que as pessoas sejam o que são é uma prática de cidadania que deve ser ensinada e discutida entre o cidadão em formação. Clássico de 1973, o livro traz um texto poético e considerações sobre o crescer, preconceitos e respeito entre pessoas.
Sinopse: Os pais de Júlia a criticam muito, sempre dizendo que ela se parece com um menino, no jeito, nas roupas etc. Numa manhã, a garota percebe que sua sombra adquire o formato de um garoto, repetindo todos os seus gestos. Júlia se sente triste e acaba questionando sua própria identidade.

2. Olívia tem dois papais – Marcia Leite

Como não falar de diversidade sexual entre crianças? Que tabu é esse em pleno século XXI? Sim, devemos responder perguntas sobre sexualidade, trazer para pauta famílias homoafetivas, produzir livros onde não essas famílias não seja vistas apenas como “diferentes” e sim como mais uma possibilidade de construção familiar. Crianças não viram adultos intolerantes do nada, elas repetem comportamentos e pensamentos. Responder uma pergunta direta é matar o dragão direto no coração, é acabar com monstros debaixo da cama e dormir em tranquilidade. Acredite, criança não precisa de teorias mirabolantes para entender coisas simples. Esse livro é também uma possibilidade de se discutir gênero dentro de nossa sociedade.
Sinopse: Olívia é uma menina esperta, que sabe bem o que quer e tem plena noção de como usar algumas palavras para conseguir o que deseja. Quando tem de ficar sozinha enquanto os pais trabalham, ela diz que está muito “entediada”. Como não gosta de ver a filha “entediada”, papai Raul para imediatamente de trabalhar e, quando percebe, já está deitado no chão ao lado dela, brincando de filhinho e mamãe, ou cercado por um monte de bonecas.

3. Viagem solitária – João W. Nery

É necessário desmistificar o universo trans. João W. Nery, o primeiro homem transexual que realizou a cirurgia de redesignação sexual no Brasil em plena ditadura militar (1977) é um relato sobre a luta de viver 30 anos sem expor sua identidade trans. A obra narra as dores e coragem de uma pessoa que precisa se reinventar para encontrar seu lugar no mundo, uma ressignificação em busca de uma vida menos solitária. Leitura obrigatória.
Sinopse: ‘Viagem solitária’ conta a história de João W. Nery, transexual masculino. Na obra, ele narra a infância triste e confusa do menino tratado como menina, a adolescência transtornada, iniciada com a ‘monstruação’ e o crescimento dos seios, o processo de autoafirmação e a paternidade.

4. Azul é a cor mais quente – Julie Maroh

Uma história de amor e descoberta. A simples linguagem universal do amor. Apenas o desabrochar e toda poesia envolvida nisso.
Sinopse: Clementine é uma jovem de 15 anos que descobre o amor ao conhecer Emma, uma garota de cabelos azuis. Através de textos do diário de Clementine, o leitor acompanha o primeiro encontro das duas e caminha entre as descobertas, tristezas e maravilhas que essa relação pode trazer.

5. Onde andará Dulce Veiga? – Caio Fernando Abreu

Intimista, o texto desse livro passa por várias ambiguidades sexuais e revoluções comportamentais, uma busca por si. Poético e intenso, Caio Fernando Abreu é uma voz que se debate sobre a efemeridade da vida e este livro é um clássico para se entender como a homossexualidade/bissexualidade era vista e sentida em período de ditadura no Brasil.
Sinopse: Essa obra é a segunda incursão do autor pelo gênero romance. Tendo como coadjuvantes os universos da redação jornalística e da música popular dos anos 1980, esta ficção-verdade desvenda o desejo reprimido e o tesão liberado, a convivência com um mundo opressivo e a maneira de fugir dele.

 

Livros podem sim ser sua  melhor defesa para conversas não desejadas. Toda vez que você cruzar com alguém cheio de ódio contra minorias, com ranço para os pequenos holofotes que estamos conseguindo sobre a diversidade sexual ou com frases prontas e cheias de clichês/desconhecimento sobre o assunto você pode:
  1. citar uma frase de algum livro de nosso top 5;
  2. virar para o lado e colocar um desses livros sobre o rosto;
  3. dar um golpe ninja na cara dessa pessoa com o livro (brincadeira, somos contra violência);
  4. levantar e ir embora porque perder tempo com haters não leva a lugar algum;
  5. com paciência, debater abertamente sobre o assunto, tentando trazer à tona reflexões e consciência sobre tolerância, amor e cidadania.

Qual estratégia você mais usa? Tem alguma outra dica? Conta pra gente nos comentários! =)


Hanny Saraiva

8 Instagrams literários que amamos

8 Instagrams literários que amamos

Imagens e literatura? Sim e sim! \o/Muito além de capturar e compartilhar momentos do mundo, testemunhamos a cada novo dia que os meandros da literatura contemporânea se reinventam. Pensando nessas descobertas, gostaríamos de dividir com você 8 Instagrams literários que amamos e que vale muito a pena seguir (além do nosso, é claro), não só pela beleza das imagens, mas pela força da ideia de cada perfil.

Papel Papel

A imagem mostra o Head do instagran do Blog Papel Papel, o numero de inscritos, seguidores e a bio.

“Criado em julho de 2015, o Blog Papel Papel surgiu como um espaço literário de prosa informal e reflexões cotidianas, uma conversa entre amigos.” Perfeito para leitores de clássicos, best sellers, HQs e folhetins. A versão para o Instagram ganhou força e hoje conta com mais de 12 mil seguidores. A equipe divulga lançamentos e eventos literários (principalmente no Rio de Janeiro), além de resenhas e situações com livros.

Jornal Rascunho

A imagem mostra o Head do instagran do Jornal Rascunho, o numero de inscritos, seguidores e a bio.

Um dos últimos cadernos literários, funcionando desde os anos 2000, o perfil do Jornal Rascunho é tão cuidadoso quanto o próprio jornal. Livros em situações ambientes, – em locais internos e externos – fragmentos do jornal, indicações de livros e figuras célebres do meio literário fazem parte de seu dia a dia.

Literatura policial

A literatura de nicho tem ganhado destaque em cenário brasileiro e em especial a linha policial/mistério tem se sobressaído em nossas terrinhas. O perfil do blog nos traz imagens que nos remetem a ambientações de livros de crime, suspense e mistério, além de trazer dicas quentes desse gênero e novidades literárias, tanto no Brasil quanto no mundo.

Serendipity

A imagem mostra o Head do instagran da Melina Souza, o numero de inscritos, seguidores e a bio.

O instagram de Melina Souza é fruto de seu blog Serendipity, que a princípio abordava sua visão fofa de menina que tinha muitos sonhos e que adorava frio de Curitiba, uma paixão por livros e que possuía muitas fotos poéticas.  Hoje, seu Instagram não é apenas literário, focando também em viagens pessoais e novos hobbies, mas suas resenhas e fotos com livros continuam adoráveis.

Our shared shelf

A imagem mostra o Head do instagran Our Shared Shelf, o numero de inscritos, seguidores e a bio.

Este é um instagram de um clube de livro feminista, com o objetivo de compartilhar e aprender mais sobre igualdade de gênero, criado e organizado pela atriz Emma Watson. A cada mês um livro é selecionado, lido e discutido e esse perfil mostra fotos de leitores com o livro do mês em seus lares, trechos sublinhados e todo um movimento que preza por essa leitura de gênero. Qualquer pessoa pode participar.

Drop and give me nerdy

A imagem mostra o Head do instagran Drop and give me nerdy, o numero de inscritos, seguidores e a bio.

Instagram literário feito por uma mãe nerd, com imagens descontraídas de seu dia a dia e de sua filha, imersa em fotos com livros, desde sempre influenciada pelo universo literário.  Quem é fangirl e Potterhead vai amar.

Subway book review

A imagem mostra o Head do instagran Subway Book Review, o numero de inscritos, seguidores e a bio.

Pequenas resenhas feitas por estranhos em metrôs e trens de Nova Iorque, Londres e México. Esse perfil poderia instigar um movimento no Brasil assim também, né? Otimize seu tempo e leia mais em transporte, dependendo do seu trajeto você pode ter certeza que sua meta de leitura triplica.

Grifei num livro

A imagem mostra o Head do instagran Grifei num livro, o numero de inscritos, seguidores e a bio.

 

Sabe aquela pessoa que odeia que alguém escreva em livros? Se você é essa pessoa, não chegue perto desse perfil. Mas se você é aquele leitor que ama sublinhar e fazer anotações em seus pequenos companheiros literários, vai amar Grifei num livro. Aqui o que importa é aquela frase que te comoveu, que mudou seu mundo, que fica tão forte dentro da alma que você precisa destacar e compartilhar com todo mundo.

 

 

Mas se você acha que, independente do que façam com o livro, livro é vida, vai amar nossa camiseta literária da Lygia Bojunga

 


Tem alguma dica de Instagram pra gente? Adoraríamos ler seu comentário! =)


Hanny Saraiva

6 mulheres que mudaram a história da literatura

6 mulheres que mudaram a história da literatura

“Elas inauguram linhagens, fundam reinos e são fantásticas com a caneta na mão.” Para relembrar que representatividade importa, selecionamos seis mulheres que mudaram a história da literatura e nos inspiram a cada dia com sua força feminina.

1. Agatha Christie

 

Agatha Christie
A rainha do crime é uma das maiores escritoras de romances policiais, com mais de 90 livros publicados e traduzidos ao redor do mundo. A autora do livro “Assassinato no Expresso do Oriente” popularizou a literatura detetivesca criando ambientações e elementos que são comumente usados em toda ficção policial até hoje, desde filmes e séries até jogos e quadrinhos.
Os devoradores de livros sabem bem. Por falar em devoradores, conheça a camiseta literária “a literatura alimenta

 

2. Jane Austen

 

Jane Austen
Diálogos cheios de ironia, reflexão sobre valores, ambição. A autora de “Orgulho e Preconceito” criou a comédia de costumes. Seus personagens nobres retratavam a sociedade da época, tão cheia de hábitos e intrigas. Alguns críticos consideram a autora a primeira romancista moderna da literatura inglesa. Acreditamos que os livros são os tijolos que pavimentam o caminho para uma sociedade melhor, mais justa e equilibrada, por isso criamos a camiseta “Só A Literatura Salva”. Jane Austen ficaria orgulhosa! ˆˆ

 

3. J. K. Rowling

 

J. K. Rowling
A autora de “Harry Potter” revolucionou o mundo da fantasia, criando cenários fantásticos, personagens que exploravam magia e oxigenando a relação dos valores de amizade, fazendo com que uma gigantesca leva de fãs atravessassem décadas acompanhando suas aventuras literárias. As obras da autora fortaleceram toda uma gama de autores de literatura fantástica, fazendo com que o gênero saísse do submundo: de uma literatura menor para uma franquia de sucesso. Conheça nossos produtos literários do bruxinho aqui.

 

4. Simone de Beauvoir

 

Simone de Beauvoir
Feminista, símbolo do existencialismo, Simone revolucionou a literatura ao analisar a presença e o papel da mulher na sociedade. A autora de “O segundo sexo” foi polêmica para os padrões da época por produzir conteúdos altamente libertários e eróticos. Veja todos os produtos literárias da autora em nosso site.

 

5. Rachel de Queiroz

 

Rachel de Queiroz
Primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, Rachel de Queiroz revolucionou a literatura brasileira ao trazer temas sociais como a luta do povo nordestino para uma ótica literária dramática. A autora de “O quinze” e “Memorial de Maria Moura” foi pioneira na arte de dar voz à literatura regionalista do sertanejo e foi uma escritora de vanguarda dentro do movimento modernista brasileiro. Por falar em modernismo, confira o que temos sobre eles em >> http://www.poemese.com/movimentos-literarios/modernismo <<

 

6. Virginia Woolf

 

Virginia Woolf
A autora de “Mrs. Dalloway” é considerada uma das maiores romancistas inglesas do século XX e pode ser vestida na Poeme-se >> http://www.poemese.com/virginia-woolf << Em suas obras, o fluxo de consciência dos personagens – técnica literária amplamente difundida por suas narrativas – é trabalhado dentro de narrativas rotineiras, transformando o banal em poético.

 


Conhece alguma autora que esteja quebrando padrões na atualidade? Adoraríamos conhecê-la! Conta para gente nos comentários.


Hanny Saraiva