Posts tagged "poesia em movimento"

Camiseta Virginia Woolf é indicação de presente para dia das mães segundo revista Donna

Quem não quer dar um presente todo especial para sua mãe no dia dela, não é mesmo? Foi exatamente por isso que a revista Donna fez uma lista de indicação de presentes especiais, claro que a Poeme-se não ficaria de fora, a indicada da vez foi a camiseta literária Virginia Woolf, se quiser saber um pouco mais sobre um dos mais importantes nomes do modernismo e grande romancista clique aqui e se quiser conferir essa linda camiseta basta um clique.

Finalmente Caio F. Abreu na Poeme-se

Finalmente Caio F. Abreu na Poeme-se

O poeta que emprestou seus versos para o lançamento do mês de maio na Poeme-se tem nada mais nada menos do que 3 Jabutis no currículo e é, se não o mais, um dos mais citados nas redes sociais brasileiras.

É fácil entender o porquê Caio Fernando Abreu e seus escritos são tão queridos e propagados: o poeta lançou mão de uma linguagem acessível e bem próxima ao coloquial para criar toda a sua produção textual. Sem contar sua temática universal: o sentimento.

“Quero ser diferente. Eu sou. E se não for, me farei.”

 

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T-Shirt Caio F. Abreu

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Bata Caio F. Abreu

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Baby Look Caio F. Abreu

Resenha literária com Guarnier: Qualidade literária

A qualidade está nos olhos de quem lê

Livro e oculos

   Dia desses estava assistindo, por pura obra do destino, um programa esportivo cheio daqueles papagaios de pirata futebolísticos comentando uma partida de futebol, obviamente, e mais obviamente ainda, eram pessoas que nunca tinham chutado uma bola na vida, mas que baseado no livro do fulano de tal, que jogou no ano tal, do time tal em milenovecentosepouco, sentiam  propriedade em criticar a forma que o Betinho Tranca-Rosca chutava a bola. E falaram tanto, que um entre eles que havia sido jogador de futebol, viu-se na obrigação de defender o companheiro que estava sendo execrado e falou: Mas vocês por acaso já bateram uma falta num jogo profissional? O silêncio e o constrangimento tomou conta do estúdio até o apresentador tirar seus panos quentes da sacola e chamar o intervalo para por ordem na casa. Então eu lembrei que há bem pouco tempo eu me (re)voltei contra a academia e com toda sua cuspição de termos presentes em livros que eu nunca li, mas que eram pronunciados gratuitamente por simples egocentrismo acadêmico, com hálito artificialmente perfumado na base do “drops da arrogância”, ou seja, café e cigarro, por causa de gente que se veste de crítico e lê de cara torta a literatura alheia, gente que erradamente acorrenta o que escreve nas gavetas de casa porque tudo o que escreveu não passou pelo próprio crivo de qualidade, como se, para a Literatura, esse crivo existisse.

Eu escrevo bem?Papeis

   Criei um parágrafo de última hora para dizer, nesta manhã de domingo, a você querido autor, querida autora, você que sempre se vê diante de reflexões existenciais sobre a sua literatura. você que não tem coragem de mostrá-la nem para a pessoa que mais confia no mundo. Saiba que essa pessoa que você mais confia no mundo tem todo o direito de dizer que não gosta do que você escreve e isso te detonar, mas com certeza absoluta alguém, em algum lugar vai ler sua literatura e gostar. Portanto, se você gosta, mostre-se! Você pode não ser um Machado de Assis, mas isso não é mal, afinal, nunca mais haverá um escritor como Machado de Assis, correto? Então escreva, vá à luta, tome coragem, esvazie as gavetas e mostre-se! Mas não esqueça, não seja um bobão que fala: Se fulaninho de tal, que nem estudou, pode escrever, eu que tenho pós doutorado em arrogância, também posso. Isso é tremendamente errado, joga o drops fora e tira a casaca da ABL desse pensamento. Sigamos!

O que é qualidade literária?

Pensador

   A qualidade baseia-se no parâmetro de alguma coisa que eu desrespeito muito: regras! Se a regra diz que a Literatura tem que ser escrita a partir da norma culta da Língua, desconsideremos tudo que não respeita a norma? Será que todos os autores que não se mostram, desejam vestir as casacas das Academias de Letras? Eu digo aqui que me interessa muito mais ler o que está nas gavetas do que a obra do imortal José Sarney. Entretanto, ainda não é este o cerne da questão que me trouxe a escrever esta coluna, pois ainda existe algo mais triste que papagaios de pirata futebolísticos e críticos na base do café e cigarro (somente): Autor não legitimado depreciando autor não legitimado! Essa modalidade de mesquinharia anda sendo praticada mais que o desnecessário, principalmente quando alguns se valem do argumento de que são melhores que os autores da sua geração, ou que não se aceitam como marginais, que esse é um rótulo que eles não vestem por produzirem uma literatura diferente, mais polida, numa linguagem mais cuidadosa, que tomam cuidado com o que o seu leitor vai ter em mãos e que têm poetas/escritores clássicos como referência e eu, ouvindo isso tudo, revejo meus conceitos quanto aos preconceitos que tinha em relação aos acadêmicos. Queridos poetas, escritores, autores, dramaturgos, uni-vos! Se vocês não concordam que são marginais, mesmo estando fora do grande mercado editorial, isso é um problema de vocês, mas o que é feio é um coleguinha detonando o outro, até porque não será dessa forma que as editoras grandes vão notá-los. O interesse delas está numa outra questão que abordaremos numa outra oportunidade: uma literatura pasteurizada! Estamos entendidos? voltando à questão anterior, é bom esclarecer que também já fui um acadêmico, portanto já usei o tal drops e joguei esse futebol e posso falar dele, em outras palavras, manjo dos paranauês e sei que para a academia a necessidade de se basear em conceitos é a mesma que pisar em solo firme, porém concordemos que não pode existir solo firme quando se trata de gosto e interpretação pessoal. Vamos dramatizar:
(Cena I: Guarnier e autor tomando um café e fumando um cigarro – o tal drops acadêmico – num boteco qualquer lendo um Zine, ou livro artesanal, ou de editora pequena e discutindo “qualidade Literária” a partir da origem humilde da  publicação.)

Autor – Mas, Guarnier, meu caro, o fulano de tal, que já escreveu dez livros sobre crítica literária e os cambaus, diz que existe qualidade litarária e eu não vou contradizê-lo!

Guarnier – O Autor dos dez livros sobre crítica literária não emitiu sua interpretação, ou baseou a mesma interpretação em outros autores que também emitiram suas interpretações? Grosseiramente falando, tudo não é o ponto de vista pessoal repassado para outros pontos de vistas, como os nossos, por exemplo?

Autor – Sim, Guarnier, mas se eu fizer isso levo pau nos meus trabalhos acadêmicos!

Guarnier – Claro que leva! Mas deixe os teóricos para seus trabalhos acadêmicos na academia e traga o “você” para a sua literatura e seu gosto a cerca dela.

(Black Out. Cena II blá blá blá…)

   Portanto digo a vocês, com absoluta certeza, que vamos ficar aqui patinando sobre o conceito do que é qualidade literária justamente porque ela só acontece no momento em que a fronteira que separa a não leitura da leitura é ultrapassada, ou seja, quando aquilo que ainda não foi lido passa a ser conhecido (isso seria um prenúncio de conceituação e eu estaria caindo na contradição de dizer que não, falando que sim? Espero estar errado!).
Já ouviram a expressão “não julgue o livro pela capa”? Ela não serve só para a capa, serve para o todo. Para o gosto – tanto no sentido de preferência, quando no sentido de sabor que a Literatura lhe trás.  A qualidade literária deixa de ser um conceito quando passa a ser parte de um sentimento, por isso, no momento da leitura, é importante se despir e deixar-se acariciar por outras mãos. Experimentar outros sabores. Descobrir outros prazeres. Pensar nas obras como se pensa em outros corpos ou outras comidas. Feito isso, aí sim se descobre a qualidade literária daquela obra para si, mas dar-se o direito de ler e falar com propriedade sobre o que se leu, a partir da ótica dos sentidos, é primordial. Leitura não é ato que envolva somente visão, você não é um scanner, é mais moderno que ele, que fique claro.
Ficamos hoje por aqui, sei que estou devendo a quarta Estação Marginal” que deveria sair esta semana, mas ainda não levantei material suficiente para escrevê-la e nem recebi o que pedi do responsável, é a correria, minha gente, mas antes de finalizar, vou confessar uma coisa: Não estou preparado para ler Kéfera! Beijos!

 

Guarnier

As 10 listas literárias mais curiosas

Listas, listas, listas… O mundo foi capturado por elas. Em nenhum canto você está a salvo de encontrar uma, de se submeter a uma. Foi com esse sabor desesperado na boca que eu pesquisei algumas… listas boas e listas estranhas. Veja o que encontrei:

gostaria muito de receber outras tantas listas. Se você conhecer alguma, me envia?

O Poeta

Me chamo poeta e sou um personagem feito de versos. Nasci aqui na Poeme-se para ajudar a colocar a poesia em movimento. Sirvo, é claro, para outras coisas também: jogo o lixo fora, lustro capas de livros e converso pelos cotovelos. Sou daqueles que falam poema no meio do expediente, toma café aos litros e se emociona em segundos… Tudo pra mim é fascínio.

Se quiser conhecer um pouco mais sobre o poeta e o que ele veio escrevendo clique aqui