A data é bastante especial. Muita coisa já foi dita sobre ela e ainda tem bastante para ser dito. Poderíamos enumerar todas as suas qualidades, temperos, cheiros e toda a sorte de boas lembranças, mas isso não é suficiente. Mãe é mãe.

                Em um mundo globalizado e corrido, muitas vezes só corremos aos shoppings para comprar algo material, levamos a jantares etc. Só que a marcha da entropia, ou o desvanecimento das coisas, acontece em um ritmo tão acelerado quanto o qual andamos. Uma marcha constante, em passo duplo.

                Com toda essa multiplicidade de necessidades materiais, esquecemos de alimentar o nosso espírito. Pensar em alimentar o espírito não é somente se apegar a uma religião, dogma ou crença. A palavra é fruição.

                A literatura tem o poder de convidar o espírito humano para uma viagem, através do amálgama entre o sentimento do autor e do leitor, provocando processos como o de catarse, onde colocamos para fora os maus sentimentos para nos purificarmos.

                Mas nem só de ficção nós vivemos, existe o conhecimento agregado e o valor cultural dos textos, pois há quem não consiga viver como no século XIX, se recostando em uma espreguiçadeira para ler romance. Há quem tenha a sede pelo conhecimento.

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                Como humanos, nos agrupamos a todo momento em grupos de preferência e é isso que nos torna especiais. Você já parou para se perguntar sobre qual gênero literário que a sua mãe gosta? Qual o último livro que ela leu? Já sentou para discutir algum trecho ou passagem?

                Veja agora alguns exemplos de livros que você poderia discutir com a sua mãe, por gênero literário:

                Começando pela poesia, não pela poesia clássica ou consagrada, mas com algo mais moderno e que vem crescendo, temos a autora Rupi Kaur, com o livro O que o Sol faz com as Flores. Essa obra fala sobre crescimento, cura interior, raízes, estar longe de casa e o amadurecimento. É um livro completo, onde existe algum tema onde sempre nos identificaremos.

                Há quem não curta tanto a poesia, e sim o tradicional romance. Nesse caso, Elena Ferrante nos oferece A Filha Perdida. Uma professora universitária de meia-idade que vive em Florença. Suas filhas, já crescidas, decidem ir morar com seu pai em outro país. Na obra temos a ambivalência da personagem: estar livre de suas obrigações como mãe, mas ao mesmo tempo estar obcecada por uma jovem mãe e sua filhinha.

                Quando a imaginação não é o nosso forte, temos sempre uma ficção histórica para nos sacudir com a sua realidade pungente. Svetlana Aleksiévitch narra a história que poucas pessoas conhecem: o papel da mulher na guerra como combatente. Em A Guerra não tem Rosto de Mulher dá a voz às protagonistas esquecidas, para que contem todos os seus sofrimentos.

                Por fim, para aquelas mães que leem com seus filhos pequenos ou com seus netos para inseri-los no mundo da leitura, nada melhor que comprar os Clássicos dos Irmãos Grimm. São clássicos atemporais que divertem todas as crianças, enquanto ensinam valores e moralidades.

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                Um feliz dia das Mães e, como diria Oscar Wilde: Não tem no mundo flor em terra alguma, nem no mar e em nenhuma baía pérola tal, como um bebê no regaço de sua mãe.

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