Você já conhece o Novos Poetas? Vem descobrir quem já participou e como você também pode ter seu trabalho divulgado:

O que é colocar a poesia em movimento? Aqui na Poeme-se a gente acredita que a poesia deve sair das bibliotecas, das salas de aula e ganhar as ruas. Queremos ver a poesia na boca do povo, no peito de quem rala de segunda a sexta.

Por isso acreditamos que vestir a poesia é mais do que um ato de comprar uma camiseta, é um estilo de vida. De quem acredita na força dos versos e quer espalhar aos quatro cantos como é sublime, reveladora e importante essa arte de poemar. Sim! Aqui a poesia virou verbo, ganhou vida e conjugou-se para todo o sempre sendo o que ela é. Eu poemo / Tu poemas / Ele poema.

Da necessidade não só de compartilhar poesia, mas principalmente, de perceber que quem está aí do outro lado tem muita história boa pra contar e muitos versos que valem a pena serem lidos, começamos a ação Novos Poetas lá em novembro de 2014. E foi um sucesso. E a gente foi abrindo um sorriso a cada poema que vocês nos enviavam! =)

Para quem ainda não conhece, o Novos Poetas funciona assim: você envia sua poesia/contribuição (vale texto amador, texto que foi publicado em uma página de Facebook ou blog que você tenha…). E aí a gente faz uma troca de divulgação ou a pessoa ganha desconto na loja. Veja mais detalhes nesse link e acesse o formulário de inscrição aqui.

Mas mais do que qualquer ganho concreto, além dos sorrisos arrancados de nossa equipe a cada verso que recebemos, a gente ganhou tanta coisa boa em troca. Coisas que não são coisas. E o melhor do que a gente ganhou você vê aqui no blog, com uma seleção do que já publicamos em nossa página por meio do Novos Poetas:

– Luverlandio Silva, que tem a página Sublimemente no Facebook:

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– Nelma Lessa (poeta amadora de Salvador, BA):

“Eu quero o imenso,
o intenso, o consenso.
Estar propenso a tudo que tem movimento.
Quero o desfecho de cada trecho
Com apetrechos
Como num entrecho de uma peça musical.
Não quero o formal, nem o angelical
Quero o alternativo
Mas que seja infinito, e não restrito
Quero um sentimento explícito
Mas que não seja ilícito
Que tenha alma, espírito
A beleza ousada e surpreendente
Com simetria, harmonia, poesia…
Que me faça perder o prumo, o rumo, e me mostre o avesso, o absurdo
Mas que esteja dentro de todas as combinações e proporções.
Eu quero…
Um amor sem nada impor
Que seja libertador, compensador, conformador, purificador, sem pudor e sem dor. Apenas amor. “

– O Flávio Wetten tem uma página no Facebook onde ele divulga seus trabalhos:

poesia

– Gabriele Rosa, do Rio de Janeiro

Aprendizado
“Feliz aquele que sofre com brandura e Ama com intensidade
Que olha a verdade de frente
Que acolhe o medo para a coragem surgir
Feliz aquele que sente o abraço apertado
Que beija molhado
Que aprende a dominar o tempo
Feliz aquele que o sorriso basta
Que o azul acalma
Que o bem faz
Feliz aquele que tem um amigo
Que oferece abrigo
Que aprende que a vida é viva e vale viver.”

– Douglas da Lua, poeta que mantém a página Lunático no Facebook:

NADA ALÉM DE NÓS
Somos únicos
Entre bilhões
Somos luzes
Para escuridões.

Ao todo
Entre um todo
Seremos;
Metamorfose ambulante
Lunáticos viajante
Alcoólatras anônimos
Singelos astrônomos.

Só nós,
Somos nós…
Curtos laços
Entre longos espaços.
Um infinito
Entre dois corações
Acomodados
Por mil opções.

– Sandro Preto, de Guaranésia, MG

“O pior de poetar
É fazer a simetria
Palavras organizar
Transformar em fantasia

Pra caber na estrutura
O trabalho é calcular
Minha forma é muito dura
Eu vou matematizar

Mas criar é seguir Baco
A mente poetizar
Precis’álcool e tabaco
E ser livre pra sonhar”

– Essa é da Barbara Gatai:

“Pássaro

Passarinho molhado de chuva
Querendo pousar sereno
Sobre a minha nuca
Repousar o bico
Fazer suspiro
Andar pelas linhas perenes
De um nervoso em afinco
A beleza enche os olhos
Água a boca
Invade o peito
E voa a solta.
O afã desperta
O receio de não ver mais
Passarinho em tempos
De temporais
Pra logo quando o sol nascer
Então voar
Pra longe
No seu lugar
Levar beleza a quem
Não já chorou
A falta
Do canto doce
Flauta
Sem partitura
Ou meia parada
A natureza em si te basta
E um berço livre
Sempre
Além
Mar.”

– Carolina Salinas, de Jacareí, São Paulo

publicar poesia

– Camila Grizzo: 

poesia

– Bruna Longobucco

frases poesia

– Rogério Victor:

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