Quem é a Poeme-se?

A Poeme-se é uma empresa-verso focada na economia criativa da Literatura – que busca, através da moda e do designer espalhar poesia pelo mundo, unindo o melhor da literatura aos talentos da ilustração.

Sediada no Rio de Janeiro, a marca tem feito a poesia circular pelo Brasil desde 2010, revolucionando o conceito de produtos ligados ao livro e a literatura.

 

O substantivo virou verbo

ganhou vida, mais beleza e graça.

Trocou a traça dos cadernos por pano

linha, cor, camiseta, estampa e saia.

Basta agora vestir palavra por palavra,

ser poeta de novo

fazer da vida o que sonhava!

8 Replies to “Quem é a Poeme-se?

  1. Talvez e preço que eu pago seja alto
    Alto demais
    Me sinto no topo de um prédio
    Prestes a me jogar
    Tudo colabora para a tentação de me libertar
    Mas, ao mesmo tempo percebo
    Sou a única á em cima
    E só eu tenho privilégio de ver toda aquela vista
    Então
    O preço é alto
    A tentação é farta
    A vista é bela
    A dor é janela
    Que me faz enxergar a vida
    Mas só através dela
    Eu consigo realmente ver
    Já não me dói tanto mais

  2. Olá, chamo-me Leonilson! estou desenvolvendo um Blog a qual tratarei de diversas temáticas, entre tais temáticas a literatura estará presente. Gostaria de saber se vocês estão abertos a fazerem parcerias? caso tenham interesse meu E-mail é; leonsilva959@gmail.com. Desde já agradeço!

  3. Querides, boa tarde!
    Posso sugerir que vcs pensem em uma mulher para também ser curadora? Apenas uma sugestão….
    Obrigada e bjos

    1. Ótimo comentário! Temos um conselho de curadoria e nele temos 2 mulheres que são censoras das curadorias.

  4. oncreto
    Que cresce em descompasso
    No aço!
    E no concreto!
    ***
    É a minha divina flor
    Que dormi e perece
    Na fauna!
    No concreto!
    ***
    É a belíssima flor
    Que cresce!
    Em meio…
    Ao aço e o concreto
    A inexata flor!
    De aço
    E de concreto
    Que cresce em descompasso
    Em meio ao progresso
    No fim do século!
    Nasce, cresce e perece…
    ***
    A minha fina flor!
    Que cresce!
    Que adormece
    Que perece
    No aço…
    Em descompasso…
    No fim de tudo
    No fim da vida…
    No fim do século
    ***
    É minha amada!
    A divinal flor
    Que aflora
    Em meio a tudo
    Em meio a nada!
    No aço
    No deserto
    No concreto
    No fim de tudo
    No fim do século
    ***
    Aflora a divina flor
    Despetalada!
    No outono e no inverno
    ***
    Minha flor inexata,
    A divina flor
    Inexata!
    De aço!
    De concreto!
    A repousar
    No fim de tudo
    E em meio a nada!
    Nasce, cresce e perece!
    Minha amada!
    Minha divina flor
    De aço
    E de concreto
    Na fauna, na flora e no concreto.
    Samuel da Costa

    1. Muito sensível seu poema, Samuel.
      Obrigada por compartilhar conosco.

      Atenciosamente,
      A Poeta – Daiane.

    2. O sujeito poético lança-se no e para o poema. Lança-se por falar em “crescer”; “flor” e destas imagens parte para a solidez das mesmas ao invocar materiais de grande dureza. Entrega-se, assim, no ensejo, ensejo forte “para” o “concretização universal (geral)” do poema: “oncreto”.

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