”Essa é a primeira vez que eu venho a um evento, em especial literário, e vejo mais pessoas vestindo Poeme-se do que qualquer outra marca.”

A citação acima foi retirada de uma postagem que fiz durante a FLIP de 2016 em uma das redes sociais que eu faço uso. Lembro como se fosse hoje. Fico até arrepiado.

Eu andava pelas ruas de pedras do Centro Histórico de Paraty e pra todo lado via as pessoas usando as nossas camisetas poéticas. Umas um pouco mais surradas de anos atrás e outras recém lançadas.

Ali, naquele momento de total epifania tive uma certeza: Estamos no caminho certo.

Mas, antes de falar mais sobre a FLIP vale voltar um pouco na história e falar sobre a existência da Poeme-se. No dna da marca estão eventos culturais e de moda. Em 2011 participamos pela primeira vez da Feira do Rio Antigo (Lavradio) que participamos até hoje  e da Babilônia Feira Hype.

Esses dois eventos em si, nos permitiram ter fôlego para continuar. Naquele momento, os eventos se tornaram um divisor de águas para o nosso crescimento. Naturalmente, ultrapassados anos a frente pelo no site.

Depois disso, vieram outros eventos de moda, como o Cluster e o Mercado das Estilistas. E muitos eventos literários, como Flist, Flup, Flipoços, Primavera dos Livros, entre tantas, mas reconectando a FLIP, chegamos lá no ano de 2013.

Entramos pela porta dos fundos. Negociamos a ida com a Off-Flip, que era uma espécie de evento alternativo a própria Flip. Era algo marginalizado mesmo. Durante muitos anos o festa carregou o estigma de elitista e segregadora, já que, além de Paraty ser relativamente cara, o evento é fechado e mainstream.

Não era convidativo fazer parte do evento em si. Em geral, as pessoas circulam pelas ruas, mas assistir e fazer parte eram outros quinhentos. No máximo o show de abertura, quando rolava.

Bom, no ano seguinte o meu sócio manteve a ida a Off e teve a ótima ideia de negociar com uma loja do Centro Histórico a venda consignada dos nossos produtos. Deu muito certo. Aumentou a nossa visibilidade por estar em dois pontos, vendeu mais e conseguiu um parceiro importante para vender o ano todo.

Ano a ano fomos aumentando a nossa participação. Em 2017 estávamos em 3 pontos diferentes. Abrimos naquela ano a Casa Santa Rita da Cássia com programação farta e entramos na Livraria da Travessa, nada mais, nada menos, o único e maior ponto de venda do evento.

O jogo estava crescendo e ficando mais interessante. Mas, será que dava para aumentar? Claro que dá. Em 2018 fechamos 5 novos pontos. Mantivemos os 3 anteriores e fechamos também uma parceria com a PublishNews e com a Casa Libre / Nuvem de Livros. Ah, teve até abadá para um bloco de carnaval com muito samba no pé e poesia pra ser vestida.

Bom, parece que a Flip é só trabalho, né? Pelo contrário, o evento é badaladíssimo pelas oportunidades de reencontrar pessoas do mercado literário. Parece que todos estão nunca frequência mais leve. Enquanto nas Bienais tá todo mundo mega arrumado e correndo, na FLIP estar de chinelo e bebendo uma cerveja é cena comum. Talvez por isso seja uma festa literária (e eu amo).

Tá bom, Leo! Mas, e esse ano?

Bom, a nossa cabeça fica a mil na véspera do evento com tantas possibilidades. As nossas ações deste ano ainda estão sendo desenhadas com os parceiros e não posso contar ainda o que vem por aí. Só te digo que será incrível.

Fiquem ligados nas nossas redes sociais e espero te encontrar no dia 10 de julho em Paraty para um brinde. Até lá!

FLIP mini bio Leonardo Borba

One Reply to “Quer saber como é a Poeme-se na FLIP?”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *